Jerry Smith: "Se eu fosse transfóbico, não gravava com Pabllo Vittar"
Jerry Smith tentou justificar após disparar falas transfóbicas e acabou usando Pabllo — uma drag queen — como exemplo

O cantor Jerry Smith se defendeu após ser acusado de transfobia por ironizar uma situação das influencers Wanessa Wolf e Jéssica Oliveira. As duas mulheres transgênero foram humilhadas no banheiro de um shopping, e o dono do hit Troféu do Ano fez piada com a situação.
Em seus posts de explicação, Jerry Smith lembrou que gravou com Pabllo Vittar e disse que, se fosse transfóbico, não teria feito trabalhos com ela. Acontece que a cantora não é uma mulher trans, sim uma drag queen.

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Ver todas“Se eu fosse transfóbico, nem com a Pabllo Vittar eu gravava. Tenho videoclipe com ela, inclusive, Pabllo é um amor de pessoa. Ela pode falar pessoalmente, ela sabe como eu sou”, justificou Jerry.
Vale lembrar que Pabllo Vittar parou de seguir Jerry Smith no Instagram após a repercussão de seu comentário.
“Ela [Pabllo Vittar] conviveu comigo no estúdio, na gravação, depois no videoclipe. Se eu fosse transfóbico, ela seria a primeira pessoa a perceber isso”, completou ele.
Em tom de brincadeira, Smith ainda gravou um novo vídeo alegando que errou ao dizer que Pabllo Vittar é uma mulher trans: “Não dá para saber tudo, né”. Veja o vídeo aqui!
Entenda a confusão
Jerry Smith comentou sobre a situação vivida por Wanessa Wolf e Jéssica Oliveira. Na ocasião, as duas foram chamadas de “homem” em um banheiro por uma mulher, e usaram as redes sociais para desabafar sobre o tema.
O cantor compartilhou o vídeo e disse: “Fiquei na dúvida também família e vocês? (risos)”. Ele apagou a publicação após a repercussão negativa. Veja aqui!






















