Fernanda Lima desabafa sobre segunda gravidez: “Fiquei imprestável”

A atriz revelou ter sofrido com episódios de enjoo até o 7º mês de gestação. Ela tem três filhos com Rodrigo Hilbert

atualizado 07/05/2021 18:38

Reprodução/Instagram

Na noite dessa quinta-feira (6/5), no programa Bem Juntinhos, do GNT, Fernanda Lima fez revelações sobre suas gravidezes. A apresentadora revelou ter sofrido muito com enjoos descomunais nas duas gestações, tanto dos gêmeos João e Francisco, de 13 anos, quanto da caçula, Maria, de 1 ano e 8 meses.

“Eu fiquei imprestável (…) Eu vomitava da hora que eu acordava à hora que eu acordava. Era de manhã, de tarde, de noite, dormindo, eu acordava vomitando”, contou.

“Eu não acreditei que as duas gravidezes foram iguais! Péssimo, nenhum prazer, eu fiquei muito triste, deprê mesmo, de ficar enjoando”, desabafou.

Na gravidez de Maria, os episódios de enjoo se estenderam até o sétimo mês e meio. Além deste sintoma, Fernanda notou outro comportamento causado pela gestação.

“Não conseguia prestar atenção no que as pessoas falavam, não conseguia ler nem ver nada.  Eu virei um extraterrestre”, destacou Fernanda.

Fernanda comanda o Bem Juntinhos, novo programa do GNT criado, produzido, roteirizado e apresentado por ela e o marido Rodrigo Hilbert.

Ensaio Dia das Mães

A capa da Marie Claire de maio, que celebra o Dia das Mães, traz a apresentadora Fernanda Lima pela primeira vez posando para uma revista com a família completa, incentivada pelos próprios filhos mais velhos, João de Francisco, de 13 anos, que queriam estampar a capa desta edição.

Na entrevista à publicação, ela mostra que enfrentou o puerpério durante a pandemia, mesmo período em que se casou com seu companheiro de 20 anos e sofreu a maior perda de sua vida para a Covid-19, Cleomar Lima, seu pai. Assuntos como maternidade, amor, parceria, ressignificação e criação de sua primeira filha, Maria Manoela, também estão no papo. Abaixo, seguem declarações que Fernanda deu à revista.

“Me chamam desde que eles nasceram e nunca aceitei. Sempre quis fazer pelo registro da história, pela família. Acho lindo, mas não queria ser a razão dos traumas que eles vão levar para a psicanálise no futuro”, conta.

“Quero criar uma criança inteira em seus sentimentos, desejos, dores e sensibilidades. Tem que chorar, tem que sofrer, pode ficar vulnerável. Não sabe o que quer da vida? Não tem problema, vamos juntos.”

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