Ed Motta diz que se sentiu “chateado” com cobrança em restaurante
O cantor Ed Motta se envolveu em uma confusão em um restaurante no Rio de Janeiro e é investigado por injúria contra funcionários
atualizado
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O cantor Ed Motta prestou depoimento nesta terça-feira (12/5) após se envolver em uma confusão no Restaurante Grado, no Rio de Janeiro, no último dia 2 de maio. O artista é investigado por injúria por preconceito contra funcionários e responde como testemunha em um caso de lesão corporal.
O desentendimento começou após a cobrança da taxa de rolha, aplicada quando clientes levam bebidas de casa aos restaurantes. Ed estava acompanhado de amigos e o grupo levou sete garrafas de vinho ao local. Em depoimento, divulgado pelo g1, ele afirmou ser cliente do estabelecimento há cerca de nove anos e disse que nunca foi cobrado por isso.
“Para surpresa do declarante [Ed], foi cobrada a taxa de rolha; sentiu-se chateado e desprestigiado com o fato, tendo em vista que isso nunca ocorrera anteriormente”, diz o documento.
Após a cobrança, a situação se agravou. De acordo com o relato, Ed se exaltou e chegou a arremessar uma cadeira no chão. O grupo se desentendeu com funcionários e outros clientes do restaurante.
Nicholas Guedes Coppim, que acompanhava o cantor, é investigado por lesão corporal. Segundo a apuração, ele teria dado um soco e arremessado uma garrafa durante a confusão. O caso é investigado pela 15ª DP (Gávea).
Ed Motta é investigado por injúria por preconceito após usar o termo “paraíba” diversas vezes para ofender funcionários do local. O crime prevê pena de reclusão de um a três anos.
No depoimento, o cantor negou ter ofendido funcionários e afirmou que não teve a “intenção de acertar qualquer pessoa” ao jogar a cadeira no salão.













