Defesa de Malévola aciona Embaixada após prisão da influenciadora no Egito
Governo do Egito confirmou prisão por “exibição pornográfica”. País é conhecido por insegurança a pessoas LGBTQIAPN+

A defesa de Malévola Alves compartilhou uma nota na noite desta terça-feira (20/10) afirmando ter acionado a Embaixada do Brasil no Cairo a respeito da prisão da influenciadora no Egito. Ela e outra brasileira estão detidas no país desde a manhã pela publicação de vídeos em que teriam atacado os costumes locais com “exibições pornográficas”.
“Ressaltamos que a situação está sendo acompanhada de maneira contínua e prioritária, com a adoção de todas as providências necessárias, respeitando-se a legislação local e os tratados internacionais aplicáveis” diz a defesa.
Em nota ao Metrópoles, Ministério das Relações Exteriores, o Itamaraty, informou que está “à disposição para prestar assistência consular às brasileiras, quando solicitado”.
Malévola e outra influenciadora brasileira, Bruna Mercatelli, foram detidas por volta das 11h em Alexandria, no Egito. Elas tiveram os passaportes apreendidos e desde então seguem sem celular.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesSegundo conta a assessoria ao Metrópoles, um advogado as acompanham na delegacia. “Ela está sendo muito atacada nas redes por conta de gênero. Torcer para ela poder voltar amanhã logo [para o Brasil]”, afirmam.
Governo do Egito confirma prisão de Malévola
O Ministério do Interior do Egito confirmou em uma publicação nas redes sociais a detenção das influenciadoras brasileiras Malévola Alves e Bruna Mercatelli na tarde desta terça-feira (20/10).
O órgão afirmou que elas são investigadas pela publicação de videis em que teria feito gestos e insinuações sexuais públicas, além de supostamente assediar homens em pontos turísticos locais.
No comunicado, as autoridades informaram que foram tomadas medidas legais contra as brasileiras e que o caso foi encaminhado à Promotoria Pública.
“Vídeos circulantes em redes sociais mostram as duas turistas realizando atos de exibição pornográfica, insinuações sexuais e assédio a transeuntes enquanto caminhavam por várias ruas em diferentes províncias”, diz uma nota publicada no perfil oficial do órgão no X.
















