
Cunnhado de Richarlison ironiza Flávio Bolsonaro: "Roubou a ilha do bebê"
Dudu Daibert ironizou Flávio Bolsonaro ao relacioná-lo na disputa pela propriedade da ilha particular de Richarlison em Angra dos Reis

Eduardo Daibert, cunhado do jogador de futebol Richarlison, viralizou nas redes sociais ao compartilhar um vídeo em que pede para que os seguidores não votem em Flávio Bolsonaro (PL) no 2º turno das eleições, no dia 25 de outubro.
Na publicação, Dudu, conhecido como o “tio do bebê”, ironizou o candidato à presidência da República e declarou que jamais votaria em alguém que “roubou uma ilha de um bebê”.
O comentário faz referência a mansão milionária comprada por Richarlison por cerca de R$ 10 milhões em 2021. A posse, porém, foi transferida a Willer Tomaz, advogado e amigo de Flávio Bolsonaro, em 2025 devido a uma decisão judicial.
Entenda a disputa
A disputa judicial entre o jogador e o advogado começou em 2022 e envolve uma mansão localizada em uma ilha particular Angra dos Reis. A empresa de Richarlison, então administrada por Renato Velasco, teria investido R$ 10 milhões na compra da propriedade.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesEm 2022, no entanto, Willer Tomaz entrou na Justiça para questionar a propriedade, com base em um registro de posse assinado na matrícula do imóvel em 1968, anterior à compra por Richarlison, em 2020.
O caso chegou às últimas instâncias da Justiça e, em junho de 2025, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu que a posse efetiva da mansão caberia a Tomaz. Desde então, após o caso ganhar repercussão nas redes sociais, Richarlison passou a se manifestar publicamente contra a decisão.
“Simplesmente me tomaram [a ilha]. E estou até hoje sem receber a minha grana”, escreveu o jogador em uma publicação nas redes sociais. Na mesma ocasião, Richarlison também marcou Flávio Bolsonaro ao compartilhar uma publicar que o associava ao processo envolvendo a mansão.
Ligação do caso com Flávio Bolsonaro
Flávio Bolsonaro não é parte da ação judicial entre Richarlison e o advogado Willer Tomaz. Contudo, segundo reportagem publicada pelo Metrópoles em 2022, pelo então colunista Guilherme Amado, o senador foi arrolado como testemunha no processo pelos advogados do jogador.
Antes do início da ação, Flávio chegou a visitar acomapanhado de Willer Tomaz. Apesar de ter interesse na ilha, o então senador desistido após descobrir que ela já havia sido vendido.

















