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Celebridades

"Chego aos 50 anos com menos ansiedade", avalia Maria Fernanda Cândido

Maria Fernanda Cândido fala do trabalho no filme A Paixão Segundo G.H. e comenta sobre completar meio século de vida

12/04/2024 16:34
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“Chego aos 50 anos com menos ansiedade”, avalia Maria Fernanda Cândido
“Chego aos 50 anos com menos ansiedade”, avalia Maria Fernanda Cândido

Nas telas, nos palcos ou até mesmo nas passarelas, Maria Fernanda Cândido sempre mostra seu dom para a arte. Considerada uma das grandes atrizes de sua geração, teve seu talento reconhecido nacionalmente ao participar da novela Terra Nostra como a inesquecível  Paola. Antes disso, já havia atiçado a curiosidade do público ao transformar-se em fogo, água e pedras na abertura da novela A Indomada — adjetivo que, por sinal, lhe cai muito bem. Afinal, a atriz não se colocou apenas na caixinha da televisão e voou para o cinema — no Brasil e no exterior.

Em 2019, participou do filme italiano O Traidor e, dois anos depois, foi uma das estrelas de Animais Fantásticos: Os Segredos de Dumbledore, longa da franquia Harry Potter. Aliás, pode-se dizer que Maria Fernanda é especialista em produções criadas a partir de livros: ela atuou nas séries Capitu, inspirada em Dom Casmurro, de Machado de Assis (1839-1908), em Correio Feminino, de Clarice Lispector (1920-1977), em cujo universo ela volta, como protagonista de A Paixão Segundo G.H. O longa, que estreou na última quinta-feira (11/4) nos cinemas, é um dos assuntos desta entrevista ao NEW MAG. Ela também fala da retomada da parceria com o diretor Luiz Fernando Carvalho, recorda a amizade com Raul Cortez (1932-2006) e também da chegada aos  50 anos — a serem completados em maio.

“A paixão segundo G.H.” é apontado como um dos livros mais densos de Clarice Lispector. O que norteou a construção da tua G.H., de quem só conhecemos as iniciais?

Sim, nós só conhecemos as iniciais G.H. e, segundo a opinião de muitos estudiosos, elas significam gênero humano. Talvez fosse melhor falar do que norteou a desconstrução, a despersonalização dessa mulher, que foi a própria obra de Clarice Lispector. Nós não tínhamos um roteiro nas mãos. O livro foi o nosso guia.

Leia a entrevista completa no New Mag, parceiro do Metrópoles.

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