Bruno Mafra fala pela 1ª após ser condenado por abusar das filhas

O cantor Bruno Mafra, da banda Bruno e Trio, foi condenado em primeira instância por abuso das filhas

atualizado

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Foto do cantor Bruno Mafra
1 de 1 Foto do cantor Bruno Mafra - Foto: Reprodução/Facebook

A Justiça do Pará condenou o cantor Bruno Mafra, da banda Bruno e Trio, por abuso sexual contra as duas filhas. A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso. Nesta sexta-feira (27/3), o artista se manifestou nas redes sociais e afirmou ser inocente.

Segundo o processo, as denúncias vieram à tona em 2019, quando as vítimas, já adultas, relataram abusos sofridos na infância. Os crimes teriam ocorrido entre 2007 e 2011, em Belém, quando elas tinham menos de 14 anos.

“Diante das informações que vêm sendo divulgadas, venho a público afirmar, com total serenidade, que sou inocente das acusações que me estão sendo atribuídas”, publicou Bruno.
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Bruno Mafra é conhecido no cenário da música tecnobrega
O cantor Bruno Mafra faz parte da banda Bruno e Trio
Cantor Bruno Mafra foi condenado por abuso sexual
O cantor paraense Bruno Mafra foi candenado por abuso sexual
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O cantor paraense Bruno Mafra foi candenado por abuso sexual

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Bruno Mafra é conhecido no cenário da música tecnobrega
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Bruno Mafra é conhecido no cenário da música tecnobrega

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O cantor Bruno Mafra faz parte da banda Bruno e Trio
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O cantor Bruno Mafra faz parte da banda Bruno e Trio

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Cantor Bruno Mafra foi condenado por abuso sexual
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Cantor Bruno Mafra foi condenado por abuso sexual

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As investigações indicam que os episódios aconteceram em diferentes locais, como a casa da família e um veículo. Para a Justiça, há elementos que comprovam autoria e materialidade, incluindo depoimentos detalhados das vítimas.

O vocalista afirmou ainda que irá colaborar para o esclarecimento dos fatos e e demonstrou confiança no desfecho do caso: “Tenho consciência da seriedade do momento, mas também tenho a tranquilidade de quem sabe da própria conduta e da verdade que será devidamente reconhecida”.

Procurada pelo Metrópoles, a defesa informou que o processo ainda não foi concluído e que vai recorrer da decisão. “O processo judicial ainda se encontra em curso, inexistindo, até o presente momento, decisão definitiva. Serão adotadas as medidas recursais cabíveis, uma vez que a defesa sustenta a existência de relevantes violações ao devido processo legal”, diz a equipe jurídica.

Leia a nota de Bruno na íntegra:

Diante das informações que vêm sendo divulgadas, venho a público afirmar, com total serenidade, que sou inocente das acusações que me estão sendo atribuídas.

Confio plenamente na Justiça e no devido processo legal, que já me assegura o direito de responder em liberdade. É nesse caminho, com responsabilidade e respeito, que seguirei colaborando integralmente para o completo esclarecimento dos fatos.

Tenho consciência da seriedade do momento, mas também tenho a tranquilidade de quem sabe da própria conduta e da verdade que será devidamente reconhecida.

Não entrarei em debates ou julgamentos antecipados fora do âmbito judicial. O tempo e a Justiça se encarregarão de restabelecer a verdade.

Aos que me acompanham, deixo uma mensagem de calma e confiança. Sigo firme, com dignidade, respeito e fé.

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