Antes e depois de Carlo Ancelotti chama atenção; veja fotos
Técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti está completando 67 anos nesta quarta-feira (10/6)
atualizado
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O técnico da Seleção Brasileira, Carlo Ancelotti, completa 67 anos nesta quarta-feira (10/6). Prestes a disputar a primeira Copa do Mundo como treinador, o italiano chama a atenção pela carreira longa trajetória no futebol, construída ao longo de décadas, desde os tempos em que atuava dentro de campo até se tornar uma das figuras mais reconhecidas à beira do gramado.
Muito antes de se tornar um dos técnicos mais vitoriosos do mundo, Ancelotti era um jovem atleta da região de Reggio Emilia, no norte da Itália. Ao longo dos anos, o visual mudou, os cabelos ficaram grisalhos e o semblante tranquilo se tornou uma de suas principais marcas à beira do campo.
Veja o antes e depois de Carlo Ancelotti
Conheça a carreira do treinador da Seleção Brasileira
Nascido em 1959, Ancelotti começou a carreira profissional ainda no fim da década de 1970. Como jogador, atuou por clubes tradicionais da Itália e integrou uma geração que marcou época no futebol europeu durante os anos 1980.
A trajetória dentro dos gramados, porém, foi apenas o primeiro capítulo de uma carreira que ganharia projeção mundial anos depois. Após se aposentar em 1992, ele iniciou a caminhada como treinador e construiu uma reputação baseada no perfil discreto, na elegância e na habilidade de lidar com grandes estrelas do esporte.
Fora dos campos, Ancelotti também ficou conhecido pelo estilo sereno, pelo senso de humor e pela relação próxima com jogadores. Ao longo dos anos, participou de campanhas publicitárias, lançou livros e se tornou uma figura popular até entre pessoas que não acompanham futebol diariamente.
Em 2025, o italiano assumiu o comando da Seleção Brasileira e iniciou um dos maiores desafios da carreira. Apesar de esta ser a primeira Copa do Mundo dele como técnico, Ancelotti já viveu outras experiências no torneio.
Como jogador, integrou o elenco da Itália nas Copas de 1986 e 1990, chegando ao terceiro lugar na edição disputada em casa. Anos depois, em 1994, voltou ao Mundial como integrante da comissão técnica da seleção italiana, que terminou com o vice-campeonato após perder a final justamente para o Brasil.

















