Zema propõe taxa de 1% no salário de quem cursou universidade federal
De olho no Planalto, ex-governador adota agenda liberal extrema, acumula batalhas com o STF e tenta furar o bloqueio entre Lula e Bolsonaro
atualizado
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A corrida pelos votos da direita liberal no Brasil ganhou um componente de alta voltagem econômica e social. O ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema, filiado ao partido Novo, colocou de vez as cartas na mesa para sua pré-campanha presidencial com uma proposta que mexe diretamente com o bolso de quem estuda em universidades federais – uma cobrança de 1% sobre o salário dos profissionais formados nessas instituições.
A declaração faz parte de um rastro de falas de forte impacto, que incluem desde a flexibilização do trabalho juvenil até pedidos de prisão de ministros do STF, usadas como estratégia deliberada para dar visibilidade nacional ao seu nome.
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