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Brasil

Vigilante atira contra si e simula ter sido vítima de atirador em GO

Segundo a PMGO, o vigilante armou a situação na tentativa de escapar de procedimentos administrativos. Homem foi preso

21/02/2025 08:20
Reprodução/TV Anhanguera
imagem colorida vigilante preso atira contra si proprio goiania

Goiânia – Um vigilante patrimonial acabou preso, após atirar contra o próprio braço e fazer uma falsa comunicação de crime. Segundo a Polícia Militar de Goiás (PMGO), o homem acionou a corporação e informou que havia sido vítima de uma tentativa de homicídio na capital goiana. No entanto, tratava-se de uma mentira.

De acordo com a PM, além de disparar a arma contra si, o homem atirou no capacete dele para tentar comprovar a história que havia criado. Conforme os policiais, a história foi inventada pelo homem para se livrar de procedimentos administrativos na empresa onde trabalha. Ele foi preso na última quarta-feira (19/2).

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Após se ferir com um tiro, o homem ligou para a PM antes mesmo de ir ao hospital. Ele alegou que havia sido baleado por outro motociclista enquanto pilotava sua moto, sendo atingido no braço e no capacete.

Inicialmente, os policiais chegaram a acreditar na versão do suspeito, que não teve o nome divulgado, porém, após análise de imagens de câmeras de segurança da empresa onde o homem trabalha, os policiais não perceberam nada de incomum. Por isso, o vigilante foi questionado, entrou em contradição e acabou confessando a verdade.

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Além do tiro acidental, os policiais descobriram que o homem não estava usando as munições fornecidas pela empresa na arma, colocando projéteis particulares no revólver para evitar ter de relatar um eventual disparo para a empresa.

Em nota enviada ao Metrópoles, a PMGO informou que o homem descartou as cápsulas usadas em uma caçamba de entulhos. “A equipe apreendeu a arma, um revólver calibre .38, com seis munições, e localizou uma cápsula e o capacete. O suspeito foi conduzido à delegacia”, detalha. A investigações sobre o caso estão a cargo da Polícia Civil.

Segundo a polícia, após confessar o crime, o vigilante foi preso por disparo de arma de fogo em via pública, falsa comunicação de crime e denunciação caluniosa.

 

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