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Brasil

Vídeo mostra trecho da BR-381, em Nova Era, que "estufou" após chuvas

Departamento Nacional de Infraestrutura e de Transportes (Dnit) afirma que o deslocamento de terra ocorreu pelo encharcamento do solo

15/01/2022 14:50, atualizado 15/01/2022 14:58
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Reprodução/Vídeo
Vídeo mostra trecho da BR-381, em Nova Era, que “estufou” após chuvas

Um trecho no km 321 da rodovia BR-381, no município de Nova Era, cidade distante 140 quilômetros de Belo Horizonte, cedeu, interditando totalmente o trânsito. A estrada liga os estados de Minas a São Paulo, passando pelo Espírito Santo. O asfalto “estufou” em um trecho de 100m.

De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura e de Transportes (Dnit), o deslocamento de terra que ocorreu nessa sexta-feira (14/1) está relacionado ao encharcamento do solo.

“Já estamos verificando onde faremos um desvio. A solução definitiva já está em estudo. O maciço rompeu e continua se movimentando o que vai impedir, no momento, uma avaliação mais precisa da solução. As equipes de geotécnica estão no local e a diretriz é resolver o quanto antes”, tuitou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

O órgão informou que as equipes técnicas avaliam quais medidas serão tomadas, pois ainda há movimentação de terra no local, impossibilitando o trabalho de restauração.

“A recuperação desse trecho da BR-381/MG é prioritária para o Dnit e será feita tão logo seja possível, uma vez que o solo ainda está saturado. O objetivo é restabelecer o tráfego no menor tempo possível”, afirmou o Dnit, em nota.

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Para Goiás, São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Tocantins, o alerta é de fortes chuvas, com possibilidade de tempestade e risco de alagamento e deslizamentos de encostas em cidades com áreas de risco
Na Região Sul do país, o problema será o calor extremo. Nesse caso, o alerta de perigo do Inmet é para temperaturas acima da média normal
A mistura de fenômenos climáticos no território brasileiro ocorre devido a influências sobre a Zona de Convergência do Atlântico (ZCAS), que é um corredor de umidade que se estende por algumas regiões do Norte, Sudeste e Nordeste
O fenômeno é característico do verão e causa frentes frias provenientes da Bolívia. Quando intensificado pelo La Niña, a massa de ar frio se une à umidade quente e gera aumento dos temporais
Vídeo mostra trecho da BR-381, em Nova Era, que “estufou” após chuvas - imagem 6
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu três alertas vermelhos de perigo ou grande perigo envolvendo chuvas intensas ou calor extremo em alguns estados do país
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu três alertas vermelhos de perigo ou grande perigo envolvendo chuvas intensas ou calor extremo em alguns estados do país

Getty Images
Para Goiás, São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Tocantins, o alerta é de fortes chuvas, com possibilidade de tempestade e risco de alagamento e deslizamentos de encostas em cidades com áreas de risco
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Para Goiás, São Paulo, Mato Grosso, Rio de Janeiro e Tocantins, o alerta é de fortes chuvas, com possibilidade de tempestade e risco de alagamento e deslizamentos de encostas em cidades com áreas de risco

Inmet/Reprodução
Na Região Sul do país, o problema será o calor extremo. Nesse caso, o alerta de perigo do Inmet é para temperaturas acima da média normal
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Na Região Sul do país, o problema será o calor extremo. Nesse caso, o alerta de perigo do Inmet é para temperaturas acima da média normal

Rafaela Felicciano/Metrópoles
A mistura de fenômenos climáticos no território brasileiro ocorre devido a influências sobre a Zona de Convergência do Atlântico (ZCAS), que é um corredor de umidade que se estende por algumas regiões do Norte, Sudeste e Nordeste
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A mistura de fenômenos climáticos no território brasileiro ocorre devido a influências sobre a Zona de Convergência do Atlântico (ZCAS), que é um corredor de umidade que se estende por algumas regiões do Norte, Sudeste e Nordeste

Reprodução/Facebook
O fenômeno é característico do verão e causa frentes frias provenientes da Bolívia. Quando intensificado pelo La Niña, a massa de ar frio se une à umidade quente e gera aumento dos temporais
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O fenômeno é característico do verão e causa frentes frias provenientes da Bolívia. Quando intensificado pelo La Niña, a massa de ar frio se une à umidade quente e gera aumento dos temporais

Reprodução
Vídeo mostra trecho da BR-381, em Nova Era, que “estufou” após chuvas - imagem 6
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Divulgação/Prefeitura de Betim
A conflagração climática já provocou tragédias pelo país nas primeiras semanas de 2022. As regiões de Minas Gerais e da Bahia foram fortemente afetadas pelas tempestades
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A conflagração climática já provocou tragédias pelo país nas primeiras semanas de 2022. As regiões de Minas Gerais e da Bahia foram fortemente afetadas pelas tempestades

Laura Lopes/Getty Images
No estado mineiro, 3.409 pessoas estão desabrigadas e 13.734 ficaram desalojadas devido às chuvas, ao risco de barragens transbordarem e por causa de deslizamentos de terra. Além disso, 10 pessoas morreram após deslizamento de parte de um cânion, em Capitólio. Ao todo, 19 óbitos foram registrados até dia 11 de janeiro por causa das chuvas
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No estado mineiro, 3.409 pessoas estão desabrigadas e 13.734 ficaram desalojadas devido às chuvas, ao risco de barragens transbordarem e por causa de deslizamentos de terra. Além disso, 10 pessoas morreram após deslizamento de parte de um cânion, em Capitólio. Ao todo, 19 óbitos foram registrados até dia 11 de janeiro por causa das chuvas

Na Bahia, as enchentes desabrigaram 26.534, desalojaram 61.551, deixaram ao menos 26 mortos e 520 feridos. Cerca de 164 municípios estão em situação de emergência
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Na Bahia, as enchentes desabrigaram 26.534, desalojaram 61.551, deixaram ao menos 26 mortos e 520 feridos. Cerca de 164 municípios estão em situação de emergência

Reprodução/Facebook

O efeito das chuvas continua castigando a população de Minas Gerais. Nas últimas 24 horas, segundo a Coordenadoria Estadual de Defesa Civil, 2,2 mil pessoas ficaram desabrigadas por conta dos temporais. Ao todo, 6,6 mil pessoas não poderão voltar para casa.

Neste sábado (15/1), o número de desalojados também aumentou. De acordo com o governo mineiro, foram contabilizados 10 mil novos casos, chegando a 45,8 mil.

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