Viana quer entregar a Mendonça relatório rejeitado da CPMI do INSS

Senador afirmou que já pediu agenda com ministro do STF; data ainda não foi definida. Comissão terminou sem relatório na última semana

atualizado

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Senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS - Metrópoles
1 de 1 Senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS - Metrópoles - Foto: <p>HUGO BARRETO / METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

O presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana (Podemos-MG), afirmou nesta terça-feira (31/3) que a cúpula do colegiado pretende entregar ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), o relatório final elaborado pelo relator Alfredo Gaspar (PL-AL) e rejeitado na última semana.

Viana declarou que o pedido de audiência com Mendonça já foi feito. Não há, contudo, data definida para o encontro. O ministro é relator das ações que investigam fraudes e desvios em aposentadorias e pensões.

De acordo com o senador, a iniciativa busca dar “sequência” aos trabalhos da comissão, encerrada sem a aprovação de um relatório final. O parecer de Gaspar foi derrubado por 19 votos a 12, puxado pelos posicionamentos de parlamenta governistas, que eram maioria no colegiado.

Com mais de 4 mil páginas, o relatório sugeria o indiciamento de 216 pessoas, entre elas Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O texto também recomendava o indiciamento de Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, e de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master.

“Essa decisão [de levar o relatório a André Mendonça] é a sequência do nosso trabalho. As pessoas que estão ali [indiciadas, vocês] não pensem que vão ficar impunes. A CPMI terminou sem relatório aprovado, mas as investigações continuam”, disse Viana em coletiva à imprensa.

O senador também afirmou que a cúpula da comissão quer “continuar colaborando” com a Justiça e com o Ministério Público Federal.

Ao fazer um balanço das atividades, Viana classificou a atuação da CPMI como “isenta e equilibrada”. Ele ressaltou, porém, que o colegiado enfrentou dificuldades ao longo dos trabalhos e citou tentativas de blindagem durante as investigações.

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