Valdemar: “Discordo de apoiar De Toni ao Senado, mas aval é de Jorginho”

Presidente do PL expôs impasse interno na sigla sobre lançar candidatura da parlamentar, apoiada por Bolsonaro e familiares

atualizado

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Breno Esaki/Especial Metrópoles
Valdemar Presidente do PL, Valdemar Costa Neto, com a mão no rosto durante coletiva de imprensa eleições 2022 - Metrópoles
1 de 1 Valdemar Presidente do PL, Valdemar Costa Neto, com a mão no rosto durante coletiva de imprensa eleições 2022 - Metrópoles - Foto: Breno Esaki/Especial Metrópoles

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, disse que não concorda com o partido lançar a deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) ao Senado por Santa Catarina nas eleições de outubro. O cacique, entretanto, afirmou aceitar a escolha, que, segundo ele, é de competência do governo do estado.

“Governador Jorginho [Mello] é que decide”, declarou Valdemar ao Metrópoles.

A movimentação a favor do nome de Carol De Toni, com aval do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), contraria um acordo firmado entre Valdemar e o presidente do PP, Ciro Nogueira (PI), para apoiar a reeleição de Esperidião Amin (PP-SC) à segunda vaga ao Senado, enquanto a primeira ficaria com Carlos Bolsonaro (PL).

A chancela de Bolsonaro ao nome da parlamentar ganhou força nos últimos dias, em detrimento do combinado firmado entre os caciques. Nesse sábado (21/2), ao sair de uma visita feita ao ex-presidente na prisão, o deputado federal Sanderson (PL-RS) reforçou a orientação:

“A orientação de Jair Bolsonaro em Santa Catarina chama-se Carlos Bolsonaro e Carol De Toni. Isso é ponto pacífico e não tem mais porque nós ficarmos nos desgastando, perdendo energia ou falar em algo que já está definido”, declarou o parlamentar.

Conforme noticiou o Metrópoles, De Toni aguarda uma carta do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para permanecer na sigla e disputar o Senado em Santa Catarina. Diante das tratativas entre PL e PP, antes da orientação de Bolsonaro, a parlamentar chegou a cogitar deixar o PL caso o partido decidisse não apoiá-la na disputa.

A situação criou um racha na cúpula do PL. O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro e até o próprio Carlos apoiam a candidatura da deputada.

Em resposta, neste sábado (21/2), Ciro afirmou: “Nós, do Progressistas, somos do tempo em que acreditamos na palavra.”

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