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Suzano: “Se tivesse cidadão armado, tragédia seria menor”, diz senador

Major Olimpio se referiu a algum professor, servente, policial aposentado trabalhando. Ainda criticou fortemente o Estatuto do Desarmamento

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1 de 1 major olimpio - Foto: Solidariedade/Divulgação

O senador Major Olimpio (PSL-SP) disse nesta quarta-feira (13/3) em reunião da Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) do Senado Federal, que, se algum funcionário da escola portasse arma de fogo, a tragédia que aconteceu nesta manhã em uma escola de Suzano, na Grande São Paulo, seria minimizada.

Oito pessoas foram assassinadas, entre funcionários e alunos da instituição. Os atiradores, de 25 e 17 anos, se suicidaram. “Se tivesse um cidadão com uma arma regular dentro da escola, professor, servente, policial aposentado trabalhando lá, ele poderia ter minimizado o tamanho da tragédia”, discursou.

Confira imagens do atentado:

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Além dos 10 mortos, muitos alunos e funcionários ficaram feridos
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Além dos 10 mortos, muitos alunos e funcionários ficaram feridos

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Luiz Henrique de Castro foi um dos autores do massacre de Suzano. Ele tinha 25 anos
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Luiz Henrique de Castro foi um dos autores do massacre de Suzano. Ele tinha 25 anos

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Guilherme Taucci Monteiro é um dos autores do massacre de Suzano. A foto é antiga
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Guilherme Taucci Monteiro é um dos autores do massacre de Suzano. A foto é antiga

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O senador atacou fortemente o Estatuto do Desarmamento e os críticos do decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) que flexibilizou as regras para obtenção da posse de arma. Para o parlamentar, apesar do decreto presidencial, a legislação continua muito restritiva e peca por omissão.

“Vamos, sem hipocrisia, chorar os mortos, vamos discutir a legislação: onde nós estamos sendo omissos?”, disse o senador, que argumentou pelo direito do cidadão comum ter maior acesso a armas dizendo que “a população botou Bolsonaro como presidente da República para ser um impulsionador de garantias para o cidadão, para que não tenhamos tragédias desta natureza”.

“Como policial, eu me sinto derrotado; como parlamentar, mais derrotado ainda numa situação dessa. Vamos ver exatamente e vamos analisar a origem dessas armas. Tem-se a arma que se quer, na hora em que se quer e do jeito que se quer no Brasil todo, com fronteiras devassadas com os portos e aeroportos completamente abertos.”

“O decreto do Bolsonaro simplesmente garantiu posse legítima, não é nem porte, o porte nós vamos votar depois, é a segunda etapa em relação a isso que foi tirado do direito de defesa do cidadão”, disse.

Na avaliação do senador, o ataque a “mostra justamente o fracasso, a safadeza da política desarmamentista, que simplesmente deu o empoderamento para o criminoso”. “Bandido não tem idade”, escreveu, referindo-se ao atirador menor de idade.

Em seu Twitter, Major Olimpio escreveu que, “enquanto as armas forem ilegais, apenas os ilegais terão armas”. Numa série de tuítes, o senador também disse que o Brasil vive uma “farsa da política desarmamentista” e que ela é a culpada por ter “armado criminosos e impedido a legítima defesa”. O senador ainda defendeu a diminuição da maioridade penal, atualmente em 18 anos.

“Não podemos deixar que os aproveitadores se utilizem da tragédia para falar que o desarmamento é solução”, escreveu o parlamentar em seu último tuíte.

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