STJ nega recurso e mantém Roger Abdelmassih preso em Tremembé (SP)

Médico teve prisão domiciliar revogada pela Justiça de São Paulo em julho. Ele foi condenado a 278 anos por estupro e atentado ao pudor

atualizado

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Roger Abdelmassih
1 de 1 Roger Abdelmassih - Foto: Divulgação

A Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) negou, por unanimidade, um recurso da defesa do ex-médico Roger Abdelmassih e manteve a prisão do urologista na Penitenciária Dr. José Augusto César Salgado, a P2, em Tremembé (SP).

Em julho, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) revogou a prisão domiciliar que Abdelmassih cumpria desde maio deste ano. Foi a terceira vez em que ele teve a condição suspensa.

Roger Abdelmassih foi condenado, em novembro de 2010, a 173 anos de prisão pelos crimes de estupro e atentado ao pudor contra mais de 70 pacientes em sua clínica de reprodução assistida na capital paulista.

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Roger Abdelmassih foi condenado por estupro de mais de 70 pacientes
Ex-médico foi condenado a 173 anos de prisão
Roger Abdelmassih no auge da carreira: ele chegou a ser o médico mais famoso do Brasil quando o assunto era reprodução humana
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Roger Abdelmassih no auge da carreira: ele chegou a ser o médico mais famoso do Brasil quando o assunto era reprodução humana

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Roger Abdelmassih foi condenado por estupro de mais de 70 pacientes
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Roger Abdelmassih foi condenado por estupro de mais de 70 pacientes

Secretaria Nacional De Antidrogas do Paraguai
Ex-médico foi condenado a 173 anos de prisão
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Ex-médico foi condenado a 173 anos de prisão

Agência Lusa/Senad

A defesa alegou que o ex-médico precisava voltar ao regime domiciliar por ter problemas cardíacos. Ele já foi internado várias vezes em decorrência de dores no peito e falta de ar. A última ida ao hospital se deu em meados de setembro.

No entanto, em sessão na terça-feira (19/10), os ministros entenderam que não há fator que impeça a detenção do médico na P2. O relator do caso, desembargador Jesuíno Rissato, afirmou que há como Abdelmassih receber tratamento médico na própria cadeia ou em unidades de saúde de custódia, assim como outros detentos.

O voto de Rissato foi acompanhado pelos ministros João Otávio de Noronha, Reynaldo Soares da Fonseca, Ribeiro Dantas e Joel Ilan Paciornik.

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