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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso determinou neste domingo (1º/4) que os três investigados na Operação Skala, localizados no exterior, deverão se apresentar à Polícia Federal tão logo desembarcarem no Brasil a fim de prestarem depoimento à PF e a representantes do Ministério Público Federal.

A decisão atinge Rodrigo Borges Torrealba, Ana Carolina Borges Torrealba Affonso e Gonçalo Borges Torrealba, membros da família à frente do Grupo Libra. Segundo informou a Procuradoria-Geral da República (PGR), a defesa dos citados garantiu que os seus clientes vão cumprir a ordem do magistrado assim que retornarem ao país.

Procurado pela reportagem, o Grupo Libra reiterou que já está prestando todos os esclarecimentos à Justiça. “Uma de nossas acionistas já depôs à Polícia Federal”, afirmou.

No último sábado (31/3), Barroso revogou as prisões temporárias decretadas por ele na Operação Skala, deflagrada na quinta-feira (29/3).

Entre empresários e ex-agentes públicos, foram presos o advogado José Yunes, amigo do presidente há mais de 50 anos, o coronel da reserva da Polícia Militar de São Paulo João Baptista Lima Filho, coordenador de campanhas eleitorais de Temer, e o ex-ministro da Agricultura Wagner Rossi, pai do líder do MDB na Câmara, deputado Baleia Rossi (SP). Ao todo, 10 das 13 prisões temporárias ordenadas por Barroso haviam sido cumpridas.

 

 

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