STF inicia audiências de trama golpista sem Moraes nem Gonet

Tanto Moraes quanto Gonet não participam de oitivas das testemunhas de acusação no STF. Juiz auxiliar do ministro conduz a sessão

atualizado

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Rosinei Coutinho/STF
imagem colorida da 1ª turma do STF em audiência pública sobre bets
1 de 1 imagem colorida da 1ª turma do STF em audiência pública sobre bets - Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, não participam das audiências com testemunhas de acusação dos núcleos 2, 3 e 4 nas ações que apuram a suposta trama golpista para impedir a posse do presidente eleito em 2022.

No lugar de Moraes, as audiências são conduzidas pelo juiz auxiliar de seu gabinete, Rafael Henrique Tamai Rocha. Já o procurador Joaquim Cabral representa a PGR nas sessões. Nesta segunda-feira (14/7), advogados, PGR e STF ouviram inicialmente Adiel Pereira Alcântara, ex-coordenador de inteligência da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Além de Adiel, prestam oitiva nesta manhã Éder Lindsay Magalhães Balbino e Clebson Ferreira de Paula Vieira. O ex-ajudante de ordens Mauro Cid será ouvido à tarde, a partir das 14h.

Geralmente, os juízes auxiliares conduzem toda a instrução das ações penais. No caso do processo do golpe, porém, Moraes tem conduzido pessoalmente as etapas que considera mais relevantes, como as que envolvem diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Audiências

De acordo com o STF, as oitivas das testemunhas de defesa do núcleo 2 ocorrerão entre 15 e 21 de julho e poderão ser acompanhadas pela imprensa na sala de sessões da Primeira Turma.

Já as do núcleo 3 estão previstas para o período de 21 a 23 de julho, na sala de sessões da Segunda Turma. As do núcleo 4 acontecem em 15 e 16 de julho, também na Segunda Turma. Todas as sessões começarão às 9h.

Apesar dos nomes indicados pelos réus, alguns foram vetados por Moraes, como os dos filhos do ex-presidente Carlos e Eduardo Bolsonaro.

Enquanto o vereador carioca foi indiciado no inquérito da Abin paralela, Eduardo é investigado por crimes de coação, obstrução de investigação de organização criminosa e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

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