STF: “Brasil enfrenta uma farsa autoritária”, diz Eduardo Bolsonaro

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) se manifestou após o STF marcar a data do julgamento de denúncia contra o Jair Bolsonaro (PL)

atualizado

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Deputado Eduardo Bolsonaro PL-SP é entrevistado no estúdio Metrópoles
1 de 1 Deputado Eduardo Bolsonaro PL-SP é entrevistado no estúdio Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) usou as redes sociais para se manifestar sobre a definição da data do julgamento da denúncia feita pela Procuradoria-Geral da República (PGR) que apura uma suposta tentativa de golpe de Estado em 2022. Um dos investigados e o pai do parlamentar, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Em publicação no X, Eduardo Bolsonaro afirmou que quanto mais tentam acelerar o processo de tirar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da disputa presidencial de 2026, fica evidente as autoridades americanas que o Brasil enfrenta uma “farsa autoritária”.

“Uma delação mentirosa, uma investigação viciada, uma denúncia fraca e sem sentido, um juiz autoritário e parcial, um PGR submisso e sem autonomia, e um processo conduzido com pressa, para atender não à lógica jurídica, mas à lógica política-eleitoral”, disse.

O deputado federal também criticou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, afirmando que, “ninguém faz mais pela exposição e denúncia da ditadura brasileira no exterior do que Moraes e seus aliados”.

“A cada nova decisão de Moraes e de seus cúmplices, mais visível fica, no Brasil e no exterior, a instrumentalização política do judiciário, a perseguição autoritária de membros da oposição, a censura de vozes incômodas e o desrespeito ao devido processo legal. Cheguei a pensar que seriam mais inteligentes e manteriam as aparências de legalidade agora que o mundo está de olho, mas talvez eu tenha superestimado a inteligência dos inimigos da liberdade no Brasil”.
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Deputado Federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP)
Eduardo Bolsonaro critica "tolos que gritam" contra bandeira dos EUA
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP)
Eduardo Bolsonaro criticou petista que chamou operação contra o Comando Vermelho de "chacina"
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP)
Eduardo Bolsonaro virou alvo de mais um inquérito no STF
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Julgamento

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Cristiano Zanin, marcou para as 9:30 horas do dia 25 de março o julgamento de denúncia contra o ex-presidente da República, Jair Bolsonaro (PL), que analisa suposta trama golpista para anular eleições de 2022.

Entre os crimes imputados ao ex-presidente e aos outros denunciados, estão liderança de organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano contra o patrimônio da União e deterioração de patrimônio tombado.

Em despacho assinado nesta quinta-feira (13) na Petição (Pet) 12100, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, havia liberado o processo e solicitado sua inclusão em pauta para julgamento presencial. Em seguida, o ministro Zanin designou três sessões para a apreciação da denúncia contra o chamado Núcleo 1 de acusados: duas no dia 25, às 9h30 e às 14h, e a terceira no dia 26, às 9h30.

Moraes ainda solicitou que o julgamento do chamado Núcleo 1 seja presencial. Esse núcleo inclui Bolsonaro, Alexandre Ramagem, Almir Garnier, Anderson Torres, Mauro Cid, Paulo Sérgio Nogueira, Augusto Heleno e Braga Netto.

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