GO: servidora é investigada por usar dinheiro público com “bruxaria”

Além de pagar por rituais de feitiçaria, a servidora usou o dinheiro pública para quitar faturas e fazer pagamento de terceiros

atualizado

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1 de 1 imagem colorida servidora investigada desvio goiania - Foto: Divulgação/PCGO

Goiânia – Uma servidora da Prefeitura de Goiânia é alvo de investigação por desvio de R$ 425 mil de dinheiro público. De acordo com a Polícia Civil de Goiás (PCGO), a mulher utilizou os recursos com “bruxaria” e outros gastos pessoais. Ela foi alvo de mandados de prisão e de busca e apreensão no bojo da Operação Ritual do Desvio.

As ordens judiciais foram executadas na capital, Aparecida de Goiânia, Bela Vista de Goiás e na região metropolitana de Maceió (AL).

De acordo com a investigação, o esquema era feito com a inclusão de dados falsos no sistema contábil do município, o que permitiu pagamentos irregulares diretamente da conta da prefeitura. A Controladoria-Geral do município foi quem primeiro identificou as falhas e comunicou a polícia.

Serviços religiosos

A principal suspeita teria feito, só em 2025, 14 pagamentos ilegais, somando R$ 425 mil. O dinheiro foi parar nas mãos de uma mulher que presta serviços de bruxaria, de uma associação esportiva e de uma farmácia registrada em nome da cunhada da servidora. Também serviu para quitar faturas de cartões de crédito pessoais dela.

Além das prisões e buscas, a Justiça determinou o bloqueio de valores das contas dos investigados e suspendeu a servidora de suas funções no serviço público. A ação teve apoio da Polícia Civil de Alagoas.

Não foram informadas quantas prisões haviam sido realizadas até o fechamento desta reportagem, nem quais itens teriam sido apreendidos nos endereços dos investigados. O nome dos envolvidos também não foram divulgados.

Em nota, a Prefeitura de Goiânia informou que “a atual gestão da Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz) esclarece que, assim que identificou irregularidades no uso de verbas públicas, afastou a servidora envolvida e encaminhou à Controladoria-Geral do Município (CGM) todos os elementos e indícios apurados”.

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