Com fratura no fêmur, Edison Lobão é operado em hospital de Brasília

Senador, presidente licenciado da CCJ e investigado pela Lava Jato, teve uma fratura no fêmur e, agora, se recupera na UTI

atualizado

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Daniel Ferreira/Metrópoles
Sabatina na CCJ do Senado Federal – Brasília(DF), 21/02/2017
1 de 1 Sabatina na CCJ do Senado Federal – Brasília(DF), 21/02/2017 - Foto: Daniel Ferreira/Metrópoles

O senador Edison Lobão (MDB), 81 anos, está internado desde a noite desse domingo (18/3) no Hospital Santa Lúcia, no Setor Hospitalar Sul.

O parlamentar, presidente licenciado da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e investigado pela Lava Jato, teve uma fratura no fêmur e foi operado na madrugada desta segunda (19). Segundo o hospital, ele passa bem.

A segurança no local foi reforçada. Ainda no domingo (18), Lobão recebeu a visita do ex-presidente José Sarney (MDB). O parlamentar, agora, se recupera na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), segundo fontes ouvidas pelo Metrópoles.

Reprodução

 

O senador está fora do mandato desde o fim do ano passado, quando apresentou um pedido de licença-saúde para o período entre dezembro e março. Para o seu lugar, a Casa convocou o suplente Pastor Bel (PRTB-MA).

Lobão foi citado em delações premiadas no âmbito da Operação Lava Jato. Mas, desde o início das investigações, nega envolvimento no esquema de corrupção.

Quando ele era ministro de Minas e Energia, Lobão teria recebido R$ 1 milhão do dono da construtora UTC, Ricardo Pessoa. Em troca, o empresário teria ingerência política em favor dos interesses do consórcio responsável pelas obras da usina nuclear Angra 3.

O ex-diretor da Transpetro Sérgio Machado, outro delator da operação, disse que o senador “queria receber a maior propina mensal paga aos membros do PMDB”.

No ano passado, o senador foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República (PGR), acusado de integrar organização criminosa, juntamente com outros emedebistas: Jader Barbalho (PA), Renan Calheiros (AL), Romero Jucá (RR) e Valdir Raupp (RO), além de José Sarney.

Para a PGR, há indícios de que o grupo controlava as nomeações da Diretoria Internacional da Petrobras e, em troca, recebia propina dos diretores escolhidos para o cargo.

 

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