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Sem texto claro sobre anistia, PL, Motta e governo contam votos

Incerteza sobre a adesão ao projeto mobiliza lideranças para mapear possíveis placares. Governo aposta em derrotar medida no plenário

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Deputado Sostenes Cavalcante PL-RJ e Hugo Motta Republicanos-PB projeto de decreto legislativo PDL que derruba o aumento do Imposto sobre Operacoes Financeiras IOF – Metropoles 2
1 de 1 Deputado Sostenes Cavalcante PL-RJ e Hugo Motta Republicanos-PB projeto de decreto legislativo PDL que derruba o aumento do Imposto sobre Operacoes Financeiras IOF – Metropoles 2 - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O cenário de incertezas sobre o apoio ao projeto de lei da anistia levou a base do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a contarem votos para derrubar a proposta. Nesta segunda-feira (15/9), foi a vez, também, do líder do PL na Câmara e principal articulador do projeto, Sóstenes Cavalcante (RJ), a recontar o posicionamento dos deputados.

Sóstenes pediu à equipe legislativa para mapear os votos por partido em um documento, ao qual o Metrópoles teve acesso. Na contagem do líder do PL, o projeto teria 282 votos. Para ser aprovado na Câmara, um projeto de lei precisa de maioria simples e um quórum mínimo de 257 deputados.

Como mostrado na última semana, a base do governo passou a apostar na derrota do projeto, no plenário da Casa. A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, tem se reunido com líderes para tentar reduzir o apoio ao projeto que pode beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Motta tem se mantido próximo à ala governista nesse processo, já que está sob pressão permanente da oposição e crescente dos líderes do centrão. Segundo articuladores ouvidos pela reportagem, o presidente da Câmara quer encerrar o assunto o mais rápido possível. Motta é resistente ao projeto por entender que contamina o debate legislativo. O mesmo é dito por integrantes do centrão.

O tema voltou a ser discutido nas semanas da fase final do julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro na ação da trama golpista. O assunto foi encabeçado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Com a condenação do ex-presidente a 27 anos e 3 meses pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a oposição deverá aumentar ainda mais a pressão sobre Motta. A reunião de líderes foi convocada para a manhã desta terça-feira (16/9).

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