Polícia encontra dietilenoglicol em tanque de cervejaria de MG

Autoridades adicionaram o novo lote da cerveja Belorizontina aos registrados com presença da substância química

atualizado 13/01/2020 17:01

Divulgação

A substância dietilenoglicol, suspeita de provocar uma doença chamada síndrome nefroneural, que matou ao menos uma pessoa em Minas Gerais, foi encontrada em um dos tanques da fábrica da cervejaria Backer, em Belo Horizonte. A informação foi divulgada pela Polícia Civil mineira nesta segunda-feira (13/01/2020).

Desde o início das investigações, a empresa nega usar essa substância em qualquer parte de seu processo de produção. Porém, ainda não se manifestou sobre a descoberta.

No mesmo tanque, ainda segundo o delegado Flávio Grossi, foram encontrados vestígios da substância monoetilenoglicol, essa sim usada pela Backer (como anticongelante de serpentinas). De acordo com a polícia, essa substância tem baixa toxicidade.

Três lotes contaminados
A polícia mineira também informou que vestígios da substância dietilenoglicol foram encontrados em novo lote da cerveja Belorizontina, além dos dois que já haviam sido identificados.

“Temos hoje a constatação de três lotes de cervejas contaminados pelo dietilenoglicol glicol”, disse o delegado Flávio Grossi.

O novo lote contaminado é o 1354. A substância tóxica também foi verificada nos lotes L1 1348 e L2 1348.

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