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Eleições 2026Brasil

Samara Martins defende soberania no debate Metrópoles/Inteligência Ltda

Candidata da UP criticou privatizações e defendeu o controle estatal de riquezas estratégicas como garantia de independência econômica

18/09/2026 23:01, atualizado 18/09/2026 23:02
LUIS NOVA/METRÓPOLES @LuisGustavoNova
A candidata a presidência pela União Popular, Samara Martins, durante entrevista para o Panorama Eleições no estúdio Metrópoles

A candidata à Presidência pela Unidade Popular (UP), Samara Martins, defendeu a soberania nacional e o fim das privatizações durante debate promovido pelo Metrópoles em parceria com o canal Inteligência Ltda, na noite desta sexta-feira (18/9).

A presidenciável criticou propostas de privatização e afirmou que a transferência de empresas e riquezas estratégicas para a iniciativa privada, especialmente para companhias estrangeiras, compromete a independência econômica do Brasil.

Como exemplo, citou a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa), onde o pai dela trabalha.

“Essa questão das privatizações, inclusive da Copasa, é muito próxima de mim. Meu pai é trabalhador da Copasa. Isso é uma entrega da nossa soberania, inclusive porque grande parte dessas privatizações é feita para empresas estrangeiras”, afirmou.

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Samara também criticou a possibilidade de riquezas estratégicas brasileiras ficarem sob o controle de outros países. “Ter na mão de outros países questões centrais, minerais estratégicos, riquezas estratégicas para o nosso país, não é defender a soberania, não é defender a independência econômica do nosso país”, declarou.

Ao concluir, Samara mencionou as terras raras e o petróleo como recursos que, segundo ela, devem permanecer sob controle estatal. A candidata afirmou que a proposta da UP busca evitar a dependência de outras nações, incluindo China e Estados Unidos.

“É defender, inclusive, as terras raras, o petróleo na mão do Estado, para que a gente não esteja à mercê desses outros países, sejam eles chineses, sejam estadunidenses. Essa é a defesa da Unidade Popular, que é a garantia da soberania”, defendeu.