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Saída de Eduardo Bolsonaro tira cargos de blogueiro, ex-PF e ex-Abin

Eduardo Bolsonaro afastou-se do cargo de deputado federal para ficar nos EUA e mantém sete pessoas no gabinete da Câmara dos Deputados

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Deputado Eduardo Bolsonaro PL-SP é entrevistado no estúdio Metrópoles
1 de 1 Deputado Eduardo Bolsonaro PL-SP é entrevistado no estúdio Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Em meio ao processo de afastamento de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) da Câmara dos Deputados, sete pessoas perderam cargos no gabinete do parlamentar. Na lista, consta um blogueiro bolsonarista, um ex-policial federal, um ex-funcionário do Meio Ambiente e também um ex-servidor da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

As sete saídas foram registradas em 19 de março. Três funcionários conseguiram ser reaproveitados em outras funções na equipe, e quatro deixaram de vez o gabinete de Eduardo. A dança das cadeiras deixou um Cargo de Natureza Especial (CNE) e três secretários parlamentares de fora.

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Bernardo Broetto ganhou cargo do Ministério do Meio Ambiente
Bernardo Broetto é veterinário e filho de um homem de confiança da família Bolsonaro
Telmo Broetto e a esposa, Marisa Simões Broetto, em evento no Itamaraty em 1º de janeiro de 2019
O blogueiro bolsonarista  Paulo Roberto de Almeida Prado Júnior, que trabalhou no gabinete de Eduardo Bolsonaro na Câmara
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O blogueiro bolsonarista Paulo Roberto de Almeida Prado Júnior, que trabalhou no gabinete de Eduardo Bolsonaro na Câmara

Bernardo Broetto ganhou cargo do Ministério do Meio Ambiente
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Bernardo Broetto ganhou cargo do Ministério do Meio Ambiente

Reprodução/ Redes sociais
Bernardo Broetto é veterinário e filho de um homem de confiança da família Bolsonaro
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Bernardo Broetto é veterinário e filho de um homem de confiança da família Bolsonaro

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Telmo Broetto e a esposa, Marisa Simões Broetto, em evento no Itamaraty em 1º de janeiro de 2019
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Telmo Broetto e a esposa, Marisa Simões Broetto, em evento no Itamaraty em 1º de janeiro de 2019

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Um deles é o blogueiro bolsonarista Paulo Roberto de Almeida Prado Júnior. Ele era secretário parlamentar e tinha remuneração de R$ 12.571,56 mensais, além de R$ 1.393,11 de auxílio. No Twitter, o comunicador chegou a anunciar que estuda se dedicar a um canal no YouTube após deixar o gabinete de Eduardo Bolsonaro.

Outro que deixou o posto é o técnico parlamentar Eric de Castro Roma, ex-policial federal que ganhava R$ 18.719,88 no gabinete do deputado, além dos R$ 1.393,11 de auxílio.

Telmo Broetto, ex-agente da Abin e ex-assessor de Jair Bolsonaro (PL), perdeu o cargo em 19 de março, mas foi readmitido no dia seguinte, em 20 de março.

Telmo é considerado um homem de confiança da família Bolsonaro. O filho, o ex-funcionário do Ministério do Meio Ambiente Telmo Broetto, fez a mesma movimentação: também perdeu o cargo num dia e voltou ao gabinete em seguida.

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