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Brasil

Rio: operação mira milícia que controla "gatos" de luz na Muzema

Segundo investigações, milícia corta fornecimento oficial e moradores são obrigados a realizar o pagamento de taxas inerentes à extorsão

05/05/2022 09:04, atualizado 05/05/2022 09:08
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Foto: Reprodução/TV Globo
Operação Muzema

Rio de Janeiro – A Polícia Civil do Rio iniciou, nesta quinta-feira (5/5), uma operação contra a milícia da Muzema, na zona oeste da cidade. A ação, que faz parte do Programa Cidade Integrada, tem como alvo o monopólio de “gatos” de luz imposto pelo grupo paramilitar.

Agentes da Delegacia de Repressão a Ações Criminosas Organizadas (Draco), Defesa dos Serviços Delegados e da 16ª DP (Barra da Tijuca) cumprem 79 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Jocemir de Santana Souza, o Cemir, uma das lideranças locais. Cemir foi preso em setembro de 2021.

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Polícia cumpre cumprir 79 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Jocemir
Operação contra milícia da Muzema mira exploração econômica na região
Investigações cobrança de taxas inerentes à prática de extorsão sob forma de segurança privada ou outro tipo de serviço
Jocemir de Santana Souza, o Cemir, uma das lideranças da milícia na Muzema
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Jocemir de Santana Souza, o Cemir, uma das lideranças da milícia na Muzema

Foto: Reprodução/TV Globo
Polícia cumpre cumprir 79 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Jocemir
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Polícia cumpre cumprir 79 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a Jocemir

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Operação contra milícia da Muzema mira exploração econômica na região
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Operação contra milícia da Muzema mira exploração econômica na região

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Investigações cobrança de taxas inerentes à prática de extorsão sob forma de segurança privada ou outro tipo de serviço
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Investigações cobrança de taxas inerentes à prática de extorsão sob forma de segurança privada ou outro tipo de serviço

Foto: Reprodução/TV Globo

As investigações da polícia indicam que o bando de Cemir cortava o fornecimento de energia oficial dos moradores e impunha novas ligações clandestinas, cobrando R$ 150 pelo serviço.

O grupo paramilitar da Muzema também explora o transporte alternativo, cobra taxas de segurança e exige pagamento até de catadores de lixo.

Segundo denúncias recebidas pela Draco, as quais o jornal O Dia teve acesso, moradores reclamam da exploração econômica às quais são submetidos: “Daqui a pouco a população vai ter que pagar para sair na rua”, disse.

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