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Eleições 2026Brasil

Renan alega "problema interno de sistema" após Toffoli adiar julgamento

Ministro do TSE, Dias Toffoli apontou “indícios de ilicitudes” relacionados a 18 perfis de redes sociais informados pela chapa

30/08/2026 19:04
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
O candidato do Missão à Presidência da República, Renan Santos

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) se manifestou, neste domingo (30/8), sobre a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), de retirar de pauta o processo que trata do registro de sua candidatura. De acordo com Renan, o trata-se de um “problema interno de sistema” e que já foi resolvido há muito tempo.

Veja:

O Metrópoles noticiou, na coluna Manoela Alcântara, que Toffoli apontou a existência de “indícios de ilicitudes” relacionados aos perfis de redes sociais informados pelos candidatos Renan Santos e Aroldo Medina, candidato a vice-presidente.

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Por meio de um vídeo nas redes sociais, Renan argumentou que o registro das redes apresenta um problema para diversos candidatos e garantiu que as redes dele foram devidamente registradas.

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“Estão querendo enquadrar a minha campanha como uma campanha que está basicamente abusando do poder econômico”, disse. “A minha campanha, dos candidatos grandes dessa eleição, é a mais pobre, a mais barata”, completou.

Renan destacou que a campanha dele dispõe apenas de vaquinha de doações privadas e que usa apenas do “talento e da capacidade de comunicação dos envolvidos”.

“Eu posso não ser candidato porque eu estou abusando de poder econômico. As campanhas dos outros estão gastando centenas de milhões de reais, entende? E que estou abusando do poder econômico. Peço para vocês continuarem divulgando, continuarem trabalhando, assim, eu não acredito que a Justiça vai ser tão injusta num caso desse”, finalizou.

Toffoli cita “ilicitudes” 

O ministro Dias Toffoli, do TSE, retirou de pauta o processo que trata do registro da candidatura de Renan Santos (Missão) à Presidência da República. A decisão foi proferida no sábado (29/8).

O julgamento do procedimento, que verifica a regularidade dos atos partidários da chapa, estava previsto para começar nesta segunda-feira (31/8), no plenário virtual da Corte.

“Constata-se que, em petições apresentadas em 19/8/2026, os candidatos componentes da chapa, Renan Antônio Ferreira dos Santos e Aroldo Medina, informaram o total de 18 perfis em redes sociais, como complementação às informações do registro, enviado à Justiça Eleitoral em 7/8/2026. Tendo em vista haver, no registro dos candidatos, indícios de ilicitudes, (…) determino a retirada do feito da pauta de julgamento”, explicou Toffoli em despacho.