Relator da CPMI do INSS recebe aplausos antes de apresentar relatório. Veja vídeo
Parlamentares criticaram decisão do STF de barrar prorrogação dos trabalhos e enalteceram condução do relator e do presidente do colegiado
atualizado
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O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União Brasil-AL), foi aplaudido pelos integrantes do colegiado nesta sexta-feira (27/3). O parlamentar apresentará o relatório final após o Supremo Tribunal Federal (STF) barrar a prorrogação dos trabalhos do grupo.
Os parlamentares se colocam contra a decisão da Corte e criticaram as falas do ministro Gilmar Mendes, que apontou que o vazamento de mensagens do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, foi “criminoso” e “abominável”.
O deputado Luiz Lima (Novo-RJ) parabenizou Viana e o relator Alfredo Gaspar (União-AL) pela condução dos trabalhos.
“Eu nunca me senti tão útil como deputado como eu me senti útil fazendo parte da CMPI. Obrigado pela oportunidade”, disse o parlamentar.
“Essa CPMI recebeu personagens que fizeram parte do roubo dos aposentados. Operadores financeiros, recebedores de propinas e sindicatos de fachada”, acrescentou o parlamentar.
Depois da fala, Viana e Gaspar foram aplaudidos de pé e se abraçaram na comissão.
O presidente do colegiado afirmou que fará a leitura integral do documento nesta sexta-feira e, depois disso, os parlamentares irão votar o documento. Ele disse que irá procurar o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-PP) para tentar a prorrogação dos trabalhos.
“O ideal, eu volto a dizer, é que nós tenhamos um relatório aprovado. E aí eu vou buscar com o presidente (Davi Alcolumbre) o equilíbrio e o diálogo com o interesse na investigação. Vamos fazer isso no relatório. Vamos fazer isso no relatório. Se for possível bem. Se não for possível, vamos para o voto”, declarou Viana.
O líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN), disse que houve uma tentativa de “boicotar” os trabalhos do grupo.
“Apesar de todas as tentativas de tentar boicotar o trabalho dessa comissão, vossa excelência (Viana) tem sido firme. Não há acordo quanto aos destaques no relatório. Ou votamos o relatório da maneira que está colocado — ou o governo está blindando de forma deliberada roubar os aposentados do INSS”, disse.










