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Brasil

Registros de armas de fogo caem 79% em 1 ano e apreensões sobem

O número de apreensões de armas de fogo ilegais aumentou 16%. Os dados foram divulgados pelo Ministério da Justiça

Letícia Cotta21/12/2023 14:48, atualizado 21/12/2023 14:54
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Bytmonas/Getty Images
Imagem colorida mostra arma de fogo pistola e alguns projéteis balas - Metrópoles

A emissão de registros de novas armas de fogo teve uma redução de 79% em um ano no Brasil, de acordo com dados divulgados em balanço do  Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) na tarde desta quinta-feira (21/12).

Em contrapartida, o número de apreensões de armas ilegais aumentou 16% em 2023. Ambos dados são do MJSP.

Foram 28,3 mil registros novos de armas de fogo só até novembro deste ano. Em 2022, o número foi de 135 mil. Veja o balanço dos registros em um ano:

  • 2022: 135.915 (ano inteiro); e
  • 2023: 28.304 (até novembro).

No caso das apreensões de armas ilegais (que são aquelas em que o registro vence, não possuem registro, ou vêm do exterior), o aumento foi de 16% de um ano para outro. Sendo um total de 8,5 mil apreensões em 2022 e 9,8 mil em 2023. Veja os dados completos:

  • 2022: 8.502 (ano inteiro); e
  • 2023: 9.869 (até novembro).

Este ano houve o decreto que aumenta o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) que incide na venda de armas de fogo e munições, assinado pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva (PT), em uma terça-feira (31/10). Lula também cancelou decretos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) que facilitavam o acesso a armas e reduziam impostos sobre elas.

O acesso da população às armas de fogo era uma bandeira defendida pelo ex-presidente. O antigo governo editou mais de 40 decretos para facilitar a aquisição de armamentos pela população civil.

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