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Uma mulher que trabalhava como recepcionista de uma clínica médica denunciou ter sido vítima de discriminação racial no ambiente de trabalho e será indenizada em R$ 30 mil após perder o emprego por se recusar a remover suas tranças afro, conforme determinação da chefe.
A decisão foi tomada pelo juiz Henrique Macedo de Oliveira, da 2ª Vara do Trabalho de Nova Lima (MG), que reforçou que o caso é um exemplo de prática de racismo institucional.
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