Queiroga aguarda permissão do TSE para falar na TV sobre monkeypox

Informação foi divulgada pelo ministro nesta manhã, durante lançamento da Campanha Nacional de Prevenção à Varíola dos Macacos

atualizado 22/08/2022 13:13

Imagem colorida mostra ministro Saúde Marcelo Queiroga - Metrópoles Gustavo Moreno/Metrópoles

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou, nesta segunda-feira (22/8), que aguarda autorização do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a realização de um pronunciamento sobre a varíola dos macacos em cadeia nacional de rádio e televisão.

A declaração foi dada nesta manhã, durante lançamento da Campanha Nacional de Prevenção à Varíola dos Macacos. A ação ocorre após o ministro Edson Fachin, do TSE, autorizar a veiculação de peças publicitárias do governo federal sobre o tema até o dia 30 de agosto.

A realização da campanha precisou ser analisada pela Corte devido à legislação brasileira, que proíbe qualquer publicidade institucional que possa configurar o uso abusivo da máquina pública para promoção de governantes durante os três meses antes das eleições. Em sua decisão, Fachin afirmou que a divulgação da campanha é de interesse público.

De acordo com Queiroga, a campanha seguirá o prazo estabelecido pelo TSE. Porém, o Ministério da Saúde pedirá, caso seja necessário, autorização para estender a vigência da divulgação de conteúdos.

A ação será veiculada em TV, rádio, mídia exterior, locais de grande circulação de pessoas, páginas, portais da internet e redes sociais. A ação terá informações oficiais sobre a doença, “de forma didática, simples e direta”, informou o Ministério da Saúde.

O ministro também aguarda permissão da Corte para realizar um pronunciamento na televisão.

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Casos

O boletim epidemiológico mais recente, atualizado pelo Ministério da Saúde no domingo (21/8), aponta que o país tem 3.788 casos positivos de varíola dos macacos. A maior parte dos registros é no estado de São Paulo, que concentra 2.506 pacientes.

Rio de Janeiro aparece logo em seguida no ranking, Em julho, a capita mineira, Belo Horizonte, registrou a primeira morte pela doença no Brasil. Trata-se de um homem de 41 anos. Ele tinha várias comorbidades, incluindo um câncer.

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