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Presidente pedirá prorrogação da CPMI do INSS na reunião de líderes

Davi Alcolumbre tem ignorado pedidos de reunião do presidente da CPMI do INSS. Tema deve ser tratado na reunião de líderes desta terça (3/3)

atualizado

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HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
imagem colorida do Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana
1 de 1 imagem colorida do Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana - Foto: <p>HUGO BARRETO / METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div> </p>

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), senador Carlos Viana (Podemos-MG), disse nesta segunda-feira (2/3) que espera ser recebido pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), após a confusão instaurada com a aprovação da quebra dos sigilos fiscal e bancário de Fábio Luiz Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Viana disse que tem buscado Alcolumbre para conseguir a prorrogação dos trabalhos da CPMI, que está marcada para chegar ao fim em 28 de março, mas o parlamentar não o responde. O senador disse que quer abordar o assunto com o presidente do Senado na reunião de líderes marcada para essa terça-feira (3/3)

“Não houve qualquer manifestação por parte da presidência. Eu tenho absoluta certeza de que serão analisados todos os fatos, uma vez que eu agi corretamente dentro do regimento. E eu aguardo que a gente possa conversar, até mesmo para que ele possa ouvir a comissão. Me parece que amanhã nós teremos uma reunião de líderes. O horário ainda não está definido. Será uma ótima oportunidade para que eu possa sentar com o presidente da Casa, conversar com ele sobre todos os assuntos pendentes, principalmente a questão da prorrogação da CPMI”, declarou Viana.

Contestação da base do governo

Os governistas querem que o presidente do Senado anule o requerimento aprovado contra Lulinha na última quinta-feira (26/2). Parlamentares da base de apoio ao governo contestaram a votação e acusaram Viana de irregularidade na apuração dos votos. No ano passado, o colegiado não havia alcançado apoio suficiente para aprovar um outro pedido de convocação do filho do presidente Lula.

Ao proclamar o resultado, Viana afirmou que havia sete votos contrários entre os governistas. Integrantes da base, porém, disseram que as imagens da transmissão ao vivo indicavam pelo menos 14 manifestações contrárias, o que representaria maioria entre os 21 parlamentares presentes no momento da deliberação.

O senador rebateu e afirmou que, mesmo nesse cenário, o governo não teria conseguido vencer, pois o quórum registrado na sessão era de 31 participantes. Já os governistas sustentaram que esse número incluía titulares e suplentes no painel e que, por isso, não refletia corretamente o total de votantes.

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