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Presidente da CPMI do INSS fala sobre possível vazamento na sala-cofre

Presidente da CPMI do INSS, Carlos Viana (Podemos-MG) afirmou que o suposto vazamento será investigado pela Polícia Legislativa do Senado

19/03/2026 09:53, atualizado 19/03/2026 10:11
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Reprodução Metrópoles
Presidente da CPMI do INSS fala sobre possível vazamento na sala-cofre

O presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), declarou, nesta quinta-feira (19/3), que, se houve vazamento da sala-cofre, será feita investigação para identificar o responsável.

“Eu disse e vou dizer para vocês, havia suspeitas de que os vazamentos seriam feitos através de câmeras escondidas. Isso chegou até a fontes, e naturalmente, se houver vazamentos de qualquer forma [será investigado]”, declarou a jornalistas, antes do início da sessão desta quinta.

O senador mineiro já havia revelado que houve uma tentativa de monitoramento por meio de câmeras, e anunciou que a Polícia Legislativa do Senado vai investigar o caso.

O ocorrido teria sido na sala-cofre onde estavam os aquivos sigilosos de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master.

A informação de que alguém teria tentado invadir a sala com uma câmera escondida foi publicada pelo Metrópoles, na coluna de Igor Gadelha, na noite de segunda-feira (16/3).

As imagens dos computadores, que foram veiculadas pela imprensa, mostram que alguém entrou com uma câmera. Lá, há um detector de metais, pelo qual os parlamentares também precisam passar. Os celulares ficam do lado de fora da sala. É proibido entrar com celular”, detalhou Viana, desta vez, no programa Roda Viva, da TV Cultura.

Em entrevista coletiva na terça-feira (17/3), Viana reforçou que a Polícia Legislativa do Senado investigará o caso.

“O que nós sabemos é que infelizmente existiram tentativas e vazamentos de algumas informações que deveriam permanecer apenas no âmbito da investigação e informações particulares ligadas à quebra de sigilo de Daniel Vorcaro que poderiam inviabilizar as provas”, afirmou à jornalistas.

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