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Prefeito de Bacabal: "Buscas seguem até crianças serem encontradas". Veja vídeo

As buscas pelas crianças chegam ao 19º dia, e o caso segue sem respostas. Autoridades intensificam os trabalhos

, Repórter de Brasil22/01/2026 13:27, atualizado 22/01/2026 13:39
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Arquivo pessoal
Foto colorida dos irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, desaparecidos desde 4 de janeiro, no Quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA) - Metrópoles

O prefeito de Bacabal (MA), Roberto Costa (MDB), afirmou, nesta quinta-feira (22/1), que as buscas pelas crianças Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 (na foto em destaque), desaparecidas desde 4 de janeiro, no quilombo de São Sebastião dos Pretos, devem continuar até que os irmãos sejam encontrados.

Ao Acorda Metrópoles, Costa informou que a Polícia Civil do Maranhão (PCMA) não descarta nenhuma linha de investigação e que um dos principais pontos que têm dificultado as buscas são as condições locais. Segundo ele, não se afasta nem a possibilidade de ataque animal ou sequestro.

As buscas pelas crianças entraram no 19º dia nesta quinta-feira (22/1). Centenas de pessoas, entre militares da Marinha e do Exército Brasileiro, Corpo de Bombeiros do Maranhão, policiais, agentes do ICMBio e voluntários, atuam para encontrar os irmãos.

Os trabalhos também contam com o apoio de cães farejadores, helicópteros e equipamentos para buscas subaquáticas, em rio e em áreas terrestres.

Criança encontrada

Anderson Kauan, de 8 anos, primo das duas crianças que seguem desaparecidas e que também havia sumido, foi encontrado. Ele desapareceu no mesmo dia, após sair para ir à casa da avó, segundo o depoimento mais recente prestado por ele.

A criança mais velha foi encontrada no dia 7 por um carroceiro, em um matagal, a 4 km de distância do local onde desapareceu, sem roupas e com sinais de fraqueza. Ele afirmou que seus dois primos estavam mais à frente; entretanto, as crianças não foram encontradas.

Noite na cabana

Segundo as autoridades, Kauan informou que ele e os primos passaram pelo menos uma noite em uma cabana improvisada na mata, conhecida como “casa caída”. Cães farejadores conseguiram identificar o cheiro das crianças no local.

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