Bacabal: prefeito não descarta ataque animal ou rapto de crianças. Veja vídeo

Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michel, de 4, desapareceram em 4 de janeiro, no Quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA)

atualizado

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O prefeito de Babacal, Roberto Costa, afirmou ao Metrópoles que as investigações sobre o desaparecimento de crianças no município, que já chegam ao 19º dia de buscas, não descartam a possibilidade de ataque por animais silvestres ou sequestro.

A declaração foi feita ao comentar as hipóteses analisadas pelas equipes que atuam na região.

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Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4
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Crianças desaparecidas em Bacabal
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Reprodução/Redes sociais
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Crianças desaparecidas em Bacabal
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Crianças desaparecidas em Bacabal

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“Todas as hipóteses foram levantadas. Então existem, claro, situações que colocam que eles poderiam ter sido sequestrados; não posso descartar isso. Será que as crianças poderiam ser atacadas por algum animal? Não pode descartar essa possibilidade, porque em uma área de mata fechada, você encontra vários tipos de animais”, afirmou Roberto Costa.

Ainda de acordo com o prefeito, as buscas “continuarão até as crianças serem encontradas”.

Desaparecimento

As buscas por Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michel, de 4 (na foto em destaque), seguem no Quilombo São Sebastião dos Pretos, em Bacabal (MA). As crianças desapareceram em 4 de janeiro, e passados 19 dias ainda não há informações sobre ao paradeiro dos irmãos.

Desde o início da operação, uma força-tarefa foi montada para atuar na região. Atualmente, mais de 500 pessoas participam das buscas, entre agentes de segurança, militares, bombeiros de diferentes estados e voluntários. As ações se concentram tanto na mata quanto no Rio Mearim, que corta a área em que as crianças foram vistas pela última vez.

Na terça-feira (20/1), Anderson Kauã, de 8 anos, primo de Ágatha e Allan, recebeu alta hospitalar. Ele foi a única criança encontrada após o desaparecimento do grupo. Segundo o governador do Maranhão, Carlos Brandão, o menino seguirá recebendo apoio e continua contribuindo com informações para direcionar as buscas.

“O menino Kauã teve alta médica e vai continuar recebendo todo o apoio para superar o momento difícil que viveu”, escreveu Brandão nas redes sociais.

Anderson foi encontrado em 7 de janeiro, três dias após desaparecer com os primos. Ele estava em um matagal, a cerca de 4 quilômetros do ponto onde o grupo foi visto pela última vez, sem roupas e com sinais de desnutrição. No período em que ficou desaparecido, o menino perdeu cerca de 10 kg. Exames médicos descartaram abuso sexual.

Em depoimento à polícia, Anderson relatou que as crianças se perderam após saírem em busca de um pé de maracujá.

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