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Brasil

Por que as praias do Rio andam com cor escura? Especialista explica

Fenômeno começou ainda em novembro; de acordo com ambientalista, cor se deve a microalgas presentes na água do mar

10/12/2021 17:53
Reprodução/TV Globo
Por que as praias do Rio andam com cor escura? Especialista explica

Rio de Janeiro – O mar do Rio de Janeiro está alterado nos últimos dias e as águas mais escuras mantêm parte dos banhistas longe. Esse fenômeno ocorre do Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste da cidade, até a cidade de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos.

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Até o momento, especialistas não encontraram alga tóxica
Cor se deve a microalgas que se multiplicaram excessivamente
Fenômeno começou ainda em novembro
Mar tem cor escura em grande extensão de praias do Rio e da Região dos Lagos
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Mar tem cor escura em grande extensão de praias do Rio e da Região dos Lagos

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Até o momento, especialistas não encontraram alga tóxica
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Até o momento, especialistas não encontraram alga tóxica

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Cor se deve a microalgas que se multiplicaram excessivamente
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Cor se deve a microalgas que se multiplicaram excessivamente

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Fenômeno começou ainda em novembro
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Fenômeno começou ainda em novembro

Reprodução/TV Globo

De acordo com o ambientalista Mario Moscatelli, a hipótese mais correta é de que nutrientes tenham sido trazidos pelas correntes e causado uma explosão na quantidade de algas que se alimentam deles. Além disso, condições climáticas típicas de verão podem influenciar.

“Isso é que deve estar gerando a mudança por tanto tempo e por uma extensão tão grande da costa, o fenômeno da multiplicação intensa dessas algas microscópicas que trazem a coloração marrom à água”, explica.

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Ainda de acordo com Moscatelli, a espécie da alga ou do microorganismo pode dar diferentes cores à água dependendo dos pigmentos presentes nas algas em questão.

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De acordo com pesquisadores da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (Unirio), Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), até o momento não foram encontradas microalgas tóxicas.