Weintraub antes de depor: “Liberdade de expressão não pode ser violada”

Ministro da Educação será ouvido na tarde desta quinta-feira (04/06), na Polícia Federal, por suposto crime de racismo contra chineses

atualizado 04/06/2020 11:06

Abraham Weintraub franze os olhosAndré Borges/ Especial para o Metrópoles

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, defendeu nesta quinta-feira (04/06) que “a liberdade de expressão não pode ser violada, sob nenhum pretexto”.

O comentário, publicado em uma rede social, foi feito horas antes de o ministro prestar depoimento à Polícia Federal (PF) por possível crime de racismo. A oitiva está marcada para esta tarde.

Weintraub disse que “enriquecimento ilícito, servidor público bilionário e roubar o dinheiro do cidadão, do pagador de impostos, deveria ser o principal crime a constar na Lei de Segurança Nacional”.

Confira:

 

Ao publicar uma imagem da Turma da Mônica na Muralha da China, Weintraub disse, em abril deste ano, que o país asiático estaria se beneficiando, de propósito, da crise do coronavírus.

“Geopolíticamente (sic), quem podeLá saiL foLtalecido, em teLmos Lelativos, dessa cLise mundial? PodeLia seL o Cebolinha? Quem são os aliados no BLasil do plano infalível do Cebolinha paLa dominaL o mundo? SeLia o Cascão ou há mais amiguinhos?”, escreveu.

No dia seguinte, o ministro da Educação disse que a fala foi uma “brincadeira leve” e afirmou que pediria desculpas somente se a China vendesse os respiradores a preço de custo.

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