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Senador denuncia Carrefour no Conselho Nacional dos Direitos Humanos

João Alberto Silveira Freitas, homem negro de 40 anos, foi espancado até a morte por seguranças do supermercado em Porto Alegre

atualizado

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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Senador Fabiano Contarato (Rede-ES)
1 de 1 Senador Fabiano Contarato (Rede-ES) - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O senador Fabiano Contarato (Rede-ES) apresentou nesta sexta-feira (20/11) denúncia no Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) contra o Carrefour, após o assassinato de João Alberto Silveira Freitas, homem negro espancado até a morte por seguranças do supermercado, em Porto Alegre, às vésperas do Dia da Consciência Negra.

O parlamentar pede que o conselho tome as providências cabíveis para o enfrentamento dessa questão. Contarato também protocolou voto de repúdio ao Carrefour, no Senado Federal.

“Não é por acaso que, no Dia da Consciência Negra, o Brasil se choque com o assassinato brutal de uma pessoa negra, realidade cruel que reflete uma sociedade racista e um Estado que, omisso, estimula a barbárie. Nossa solidariedade à família da vítima. E condenação efetiva para os criminosos”, afirmou o senador.

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Ele foi espancado até a morte em uma unidade do Carrefour, em Porto Alegre
Um vídeo mostra as agressões
Ele morreu ainda no local
João Alberto
Cenas do espancamento de João Beto
João Beto caído no chão após as agressões
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João Beto caído no chão após as agressões

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Ele foi espancado até a morte em uma unidade do Carrefour, em Porto Alegre
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Ele foi espancado até a morte em uma unidade do Carrefour, em Porto Alegre

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Um vídeo mostra as agressões
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Um vídeo mostra as agressões

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Ele morreu ainda no local
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Ele morreu ainda no local

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João Alberto
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João Alberto

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Cenas do espancamento de João Beto
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Cenas do espancamento de João Beto

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Cenas do espancamento de João Beto
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Cenas do espancamento de João Beto

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Cenas do espancamento de João Beto
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Cenas do espancamento de João Beto

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Cenas do espancamento de João Beto
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Cenas do espancamento de João Beto

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Um desentendimento com funcionários do Carrefour teria motivado as agressões sofridas por João Alberto. Dois seguranças foram presos em flagrante
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Um desentendimento com funcionários do Carrefour teria motivado as agressões sofridas por João Alberto. Dois seguranças foram presos em flagrante

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A vítima foi atacada com vários socos e golpes, registrados em vídeos por pessoas que assistiam à cena de terror
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A vítima foi atacada com vários socos e golpes, registrados em vídeos por pessoas que assistiam à cena de terror

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Cenas do espancamento de João Beto
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Cenas do espancamento de João Beto

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João Alberto foi morto no dia 19/11, véspera do Dia Nacional da Consciência Negra, ao ser espancado por dois seguranças de uma das filiais da rede Carrefour
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João Alberto foi morto no dia 19/11, véspera do Dia Nacional da Consciência Negra, ao ser espancado por dois seguranças de uma das filiais da rede Carrefour

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Dezenas de pessoas – entre amigos, familiares e militantes de movimentos negros – acompanharam o velório e o sepultamento de João Alberto Silveira Freitas
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Dezenas de pessoas – entre amigos, familiares e militantes de movimentos negros – acompanharam o velório e o sepultamento de João Alberto Silveira Freitas

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Ele foi enterrado na manhã de 21/11, no Cemitério Municipal São João, zona norte de Porto Alegre
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Ele foi enterrado na manhã de 21/11, no Cemitério Municipal São João, zona norte de Porto Alegre

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CNDH

A Lei 12.986/14, que instituiu o CNDH, também prevê que o órgão pode instaurar procedimentos apuratórios de condutas e situações contrárias aos direitos humanos, e aplicar sanções em relação a essas condutas. Dentre as sanções, o órgão pode aplicar advertências, censura pública, recomendação de afastamento de cargo, recomendação de que não sejam concedidos verbas, auxílios ou subvenções a entidades violadoras de direitos humanos.

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