Santos Cruz diz ser descabido falar em perdoar PT: “Corrupção e demagogia”

"Corrupção, má administração, omissão, ilegalidades — é caso de responsabilização legal", escreveu o general, ex-ministro de Bolsonaro

atualizado 13/07/2020 11:52

Myke Sena/Esp. para o MetrópolesMyke Sena/Esp. para o Metrópoles

O general Santos Cruz, ex-ministro da Secretaria de Governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), afirmou nesta segunda-feira (13/7) ser “descabido” falar em perdoar o Partido dos Trabalhadores (PT).

“É descabido falar em ‘perdoar’ um partido que recebeu os votos, a confiança e a oportunidade de governar o país”, escreveu, em uma rede social, o militar da reserva das Forças Armadas.

“Corrupção, má administração, omissão, ilegalidades — é caso de responsabilização legal. Nada a ver com ‘perdão’. Ideologia, demagogia — a população responde nas urnas”, prosseguiu Santos Cruz.

A proposta de “perdoar o PT” foi inserida no debate público após artigo de opinião publicado nesse sábado (11/7) pelo jornalista Ascânio Seleme, no jornal O Globo.

“Imaginar que o partido repetirá eternamente os mesmos erros do passado é uma forma simples, fácil e errada de se ver o mundo. Os erros amadurecem as pessoas, as instituições, os partidos políticos”, escreveu.

Aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticaram a imprensa, de forma especial o grupo Globo, por causa do artigo. No entanto, a opinião do jornalista não necessariamente reflete a do veículo.

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“Não surpreende nem um pouco. Quem acha perdoável o que o PT fez com o Brasil não pode mesmo aceitar o que estamos fazendo. Somos diferentes em propósito e atitudes”, escreveu o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni.

“Lula/comunas nunca se arrependeram do mal ou pediram perdão. Não se trata de perdoar! Devemos lembrar, para que nunca mais tenham poder e façam o mal, como ‘dar’ nosso dinheiro (bilhões) para a família Marinho”, alegou o ex-ministro da Educação, Abraham Weintraub.

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