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Política

Pré-candidato ao governo de SP, Tarcísio diz que PSDB é desorganizado

Ex-ministro da Infraestrutura usou o anúncio da desistência de Doria de concorrer ao Planalto, para exemplificar a "desorganização" da sigla

31/03/2022 14:11, atualizado 31/03/2022 14:13
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Ex-ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, e substituto, Marcelo Sampaio Cunha Filho, atual secretário-executivo da pasta descem a rampa do Planalto. Ao lado deles, a eposa de Tercísio, que usa blusa e saia - Metrópoles

O ex-ministro da Infraestrutura e pré-candidato ao governo de São Paulo Tarcísio Freitas (Republicanos) teceu críticas ao partido do atual governador de São Paulo,  João Doria (PSDB), pelo anúncio feita na manhã desta quinta-feira (31/3).

“A gente está acompanhando. Tudo muito novo, muita novidade em pouco tempo. Você acorda sendo bombardeado pelas informações. Vamos acompanhar os desdobramentos disso. Agora, isso mostra o exaurimento de um partido e público. Mostra que hoje não há uma liderança nessa corrente e há um vácuo”, observou o ex-ministro.

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Vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) assume o governo.
Tucano deve iniciar viagens pelo Nordeste em abril.
Doria enfrenta resistências dentro do PSDB à sua candidatura, em especial entre ala ligada a Eduardo Leite
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Vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) assume o governo.
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Vice-governador Rodrigo Garcia (PSDB) assume o governo.

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Tucano deve iniciar viagens pelo Nordeste em abril.
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Tucano deve iniciar viagens pelo Nordeste em abril.

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Doria enfrenta resistências dentro do PSDB à sua candidatura, em especial entre ala ligada a Eduardo Leite
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Doria enfrenta resistências dentro do PSDB à sua candidatura, em especial entre ala ligada a Eduardo Leite

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Ao fim da cerimônia de despedida dos ministros de Estado, que aconteceu no Palácio do Planalto, Tarcísio alfinetou o partido tucano:”Observe que há uma desorganização e um desentendimento e mostra muito do que aconteceu com o PSDB nos últimos anos em São Paulo”.

Mais cedo, segundo adiantou a coluna do Igor Gadelha, Doria teria avisado a aliados que não iria mais concorrer à Presidência da República, com isso, não renunciaria o governo de São Paulo. Por determinação legal, todos os membros do Executivo que disputarão algum cargo político nas eleições de outubro devem se desincompatibilizar dos cargos até o próximo sábado (2/4).

Segundo apurou a coluna, fontes do governo paulista, Doria já havia comunicado a decisão ao vice-governador, Rodrigo Garcia (PSDB), que assumiria o comando do estado nos próximos dias para tentar reeleição em outubro.

Apoio a Garcia

Interlocutores de Doria disseram que, embora não pretenda renunciar ao cargo, o atual chefe do Executivo paulista mantém o compromisso de não disputar reeleição ao governo do estado e de apoiar Garcia no pleito de outubro deste ano. A cerimônia que formalizaria a saída de Doria estava marcada para às 16h00 desta quinta-feira.

Apesar do anúncio de Doria ainda não se sabe ao certo se ele será candidato ao Palácio do Planalto, isso porque, também segundo adiantou o colunista Igor Gadelha, o presidente nacional do PSDB, Bruno Araújo, enviou uma carta a integrantes do partido “reafirmando” que o governador paulista é o candidato da legenda à Presidência da República neste ano.

“As prévias serão respeitadas pelo partido. O governador tem a legenda para disputar a Presidência da República. E não há nem haverá qualquer contestação à legitimidade da sua candidatura pelo partido”, diz o presidente do partido na carta.