PGR: terceira denúncia contra Temer é improvável

Presidente é suspeito de editar decreto para beneficiar empresas do setor portuário

atualizado

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RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES
MICHEL TEMER
1 de 1 MICHEL TEMER - Foto: RAFAELA FELICCIANO/METRÓPOLES

A Procuradoria-Geral da República (PGR) trata como improvável a apresentação, por parte de Raquel Dodge, de uma terceira denúncia contra o presidente Michel Temer até o fim deste ano. Os motivos são os seguintes: o chamado Inquérito dos Portos, aberto em setembro, não deve furar a fila de processos mais antigos envolvendo outros políticos. Além disso, alguma atitude apressada pode fazer com que o Congresso rejeite a nova acusação. As informações são do Blog da Andreza Matais, do jornal O Estado de São Paulo.

De acordo com a reportagem, a Câmara dos Deputados impediu o Supremo Tribunal Federal (STF) de processar Temer duas vezes, conforme pedidos de Rodrigo Janot, então procurador-geral da República.

Nas duas possibilidades, o presidente da República era suspeito de favorecer o empresário Joesley Batista, responsável por delatar esquema de propina. Desta vez, Michel Temer é suspeito de ter editado o chamado Decreto dos Portos com o objetivo de beneficiar empresas que atuam no setor portuário, especialmente a Rodrimar e, mais uma vez, o grupo JBS, dos irmãos Batista.

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