Omar Aziz aproveita queda de WhatsApp para ironizar Carlos Bolsonaro
Em sessão da CPI, presidente do colegiado disse que mau funcionamento das redes sociais fez com que o vereador "resolvesse trabalhar"

O presidente da CPI da Covid-19, senador Omar Aziz (PSD-AM), usou a queda global de algumas redes sociais na última segunda-feira (4/10) para provocar o filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos).
Sem citar nominalmente Carlos Bolsonaro, Aziz se referiu a ele como “um parlamentar do Rio de Janeiro”. “Teve um parlamentar nesse dia que resolveu trabalhar. Não tinha o que fazer na internet e trabalhou”, brincou o senador amazonense.
Aziz afirmou que o filho do presidente “vive falando mal de todo mundo”. “Ele não olha pra vida dele, vive falando mal de todo mundo e nesse dia que não teve WhatsApp, Instagram e Facebook resolveu trabalhar como parlamentar”, prosseguiu.
A brincadeira em tom de ironia do presidente da CPI ocorreu em oitiva destinada a colher o depoimento do diretor-presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Paulo Roberto Rebello Filho.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesRebello foi convocado pela comissão para esclarecer ações da ANS diante das denúncias levadas à CPI sobre a ação da Prevent Senior na pandemia. Em sua primeira intervenção na oitiva, o diretor da ANS as considerou “extremamente graves”.
A convocação de Rebello também visa levantar informações sobre a atuação dele enquanto chefe de gabinete do Ministério da Saúde – cargo que ocupou entre 2016 e 2018, sob o comando do então ministro Ricardo Barros (PP-PR), atual líder do governo na Câmara dos Deputados.















