Mourão se reúne com vice-presidente da Colômbia, Marta Ramirez

Esta foi a primeira visita de Marta Lucía ao Brasil desde que passou a acumular o cargo de chanceler com o mandato de vice-presidente

atualizado 12/08/2021 14:55

Marta Lucía Ramirez se reuniu com o vice-presidente Hamilton Mourão e o ministro das Relações Exteriores, Carlos França. Foto: Mariana Costa/Metrópoles

O general Hamilton Mourão (PRTB) se reuniu, nesta quinta-feira (12/8), com a vice-presidente e ministra de relações exteriores da República da Colômbia, Marta Lucía Ramirez. A conversa também contou com a presença do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Carlos Alberto Franco França.

Esta foi a primeira visita de Marta ao Brasil desde que passou a acumular o cargo de chanceler com o mandato de vice-presidente.

Segundo informou a pasta, os assuntos tratados entre os chanceleres e o vice-presidente brasileiro foram a agenda bilateral, com destaque para temas relacionados a comércio, investimentos, saúde, segurança e meio ambiente, assim como temas regionais e multilaterais de interesse compartilhado.

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Após o almoço, o general salientou que uma das prioridades estabelecidas no diálogo com Marta Lucía foi o fortalecimento das cooperações entre os países relacionadas à Amazônia. O vice-presidente também preside o Conselho Nacional da Amazônia Legal (Cnal).

“Ressalto o compromisso comum que ambos os países em promover a cooperação para a prosperidade e a preservação da Amazônia. Não apenas no âmbito bilateral, mas na esfera regional com os demais países amazônicos. Essa é uma das prioridades estabelecidas no âmbito do Conselho Nacional da Amazônia Legal, no trabalho junto aos países vizinhos, para o fortalecimento da organização do tratado das operações na Amazônia”, disse o general.

Marta Lucía enfatizou vontade da Colômbia em rechaçar, segundo ela, “rupturas democráticas” em qualquer país da América Latina. Além disso, demonstrou preocupação com a recuperação econômica pós-pandemia da Covid-19.

“Na Colômbia, tenho liderado um esforço para recuperar a economia e gerar empregos, pois não há uma política social quanto à reabilitação do emprego para melhorar a qualidade de vida dos cidadãos pobres. Precisamos aumentar o número de negociações bilaterais, como investimentos, mercado de exportação, entre outros. Estaremos aproximando nossas relações junto a agências para missões empresariais”, disse Lucía.

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