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Política

Ministros acompanham julgamento das contas do governo Bolsonaro no TCU

Na avaliação, o TCU citou os problemas econômicos que afetaram a vida do brasileiro, como desemprego, inflação e discrepância na Previdência

30/06/2021 13:22
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Hugo Barreto/Metrópoles
Paulo Guedes

A análise das contas do segundo ano de gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chamou a atenção da cúpula do governo. Quatro ministros acompanham a avaliação do Tribunal de Contas da União (TCU).

Compareceram à sessão os ministros Paulo Guedes (Economia) — foto em destaque —, André Mendonça (Advocacia-Geral da União), Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil) e Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União).

Na avaliação, o  TCU citou os problemas econômicos que afetaram a vida do brasileiro, como desemprego, inflação e discrepância na Previdência de militares e servidores civis.

O ministro Walton Alencar Rodrigues, relator da análise das contas, propôs a aprovação dos gastos, mas com ressalvas.

Em seu parecer, o ministro apontou três irregularidades e três impropriedades em relação às contas prestadas pelo governo em 2020. Ele fez, ainda, 11 recomendações e quatro alertas. É o segundo ano que os alertas ocorrem na gestão de Bolsonaro.

Apesar das ressalvas, o ministro concluiu que os problemas apontados não impedem que o Congresso aprove, com ressalvas, as contas presidenciais.

Vale destacar que 2020 foi o primeiro ano da pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, quando diversas atividades econômicas foram paralisadas.

Na avaliação, o  TCU citou os problemas econômicos que afetaram a vida do brasileiro, como desemprego, inflação e discrepância da Previdência de militares e servidores civis.

Análise

Por lei, o TCU é obrigado a analisar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República. Neste ano, o relator é o ministro Walton Alencar Rodrigues.

No ano passado, a Corte de contas emitiu parecer prévio pela aprovação das contas de 2019 com ressalvas. A Corte emitiu, ao todo, 14 ressalvas: sete irregularidades, seis impropriedades e uma distorção.

Além disso, foram apontadas 29 distorções no Balanço Geral da União (BGU). O parecer traz, ainda, 21 recomendações ao Executivo federal e sete alertas.