Ministros acompanham julgamento das contas do governo Bolsonaro no TCU
Na avaliação, o TCU citou os problemas econômicos que afetaram a vida do brasileiro, como desemprego, inflação e discrepância na Previdência

A análise das contas do segundo ano de gestão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chamou a atenção da cúpula do governo. Quatro ministros acompanham a avaliação do Tribunal de Contas da União (TCU).
Compareceram à sessão os ministros Paulo Guedes (Economia) — foto em destaque —, André Mendonça (Advocacia-Geral da União), Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil) e Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União).
Na avaliação, o TCU citou os problemas econômicos que afetaram a vida do brasileiro, como desemprego, inflação e discrepância na Previdência de militares e servidores civis.
O ministro Walton Alencar Rodrigues, relator da análise das contas, propôs a aprovação dos gastos, mas com ressalvas.
Em seu parecer, o ministro apontou três irregularidades e três impropriedades em relação às contas prestadas pelo governo em 2020. Ele fez, ainda, 11 recomendações e quatro alertas. É o segundo ano que os alertas ocorrem na gestão de Bolsonaro.
Apesar das ressalvas, o ministro concluiu que os problemas apontados não impedem que o Congresso aprove, com ressalvas, as contas presidenciais.
Vale destacar que 2020 foi o primeiro ano da pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, quando diversas atividades econômicas foram paralisadas.
Na avaliação, o TCU citou os problemas econômicos que afetaram a vida do brasileiro, como desemprego, inflação e discrepância da Previdência de militares e servidores civis.
Análise
Por lei, o TCU é obrigado a analisar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República. Neste ano, o relator é o ministro Walton Alencar Rodrigues.
No ano passado, a Corte de contas emitiu parecer prévio pela aprovação das contas de 2019 com ressalvas. A Corte emitiu, ao todo, 14 ressalvas: sete irregularidades, seis impropriedades e uma distorção.
Além disso, foram apontadas 29 distorções no Balanço Geral da União (BGU). O parecer traz, ainda, 21 recomendações ao Executivo federal e sete alertas.


