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Política

Manifestações contra o governo de Dilma repercutem no exterior

Meios de comunicação como The New York Times, Le Monde e Clarín noticiaram os protestos que tomaram conta do país neste domingo (13/3)

13/03/2016 15:33, atualizado 13/03/2016 21:18
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Manifestações contra o governo de Dilma repercutem no exterior

Os protestos a favor do impeachment de Dilma Rousseff, que tomaram conta do Distrito Federal e outras cidades brasileiras, foram noticiados por meios de comunicação internacionais. The New York Times, dos Estados Unidos, Le Monde, da França, Clarín, da Argentina, e El País, da Espanha, são alguns dos jornais que estamparam os atos contra o governo.

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The New York Times, dos Estados Unidos
Le Monde, na França
El País, na Espanha
Clarín, da Argentina
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Clarín, da Argentina

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The New York Times, dos Estados Unidos
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The New York Times, dos Estados Unidos

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Le Monde, na França
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Le Monde, na França

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El País, na Espanha
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El País, na Espanha

Todos as notícias ressaltam o grande número de participantes da manifestação. Além disso, as reportagens também falam sobre as denúncias contra o ex-presidente Lula na Operação Lava Jato.

As manifestações contra o governo da presidente Dilma Rousseff no Brasil foram noticiadas com destaque pela imprensa internacional neste domingo. Os sites de notícias salientaram as dimensões dos protestos e a fragilidade em que se encontra o governo brasileiro diante dos casos de corrupção investigados na Operação Lava Jato.

De acordo com o site do jornal britânico The Guardian, os atos aumentam as dúvidas sobre a capacidade da petista completar os quatro anos de mandato, em reflexo à “frustração” manifestada nas ruas e em um momento econômico que o jornal classifica como “a pior recessão do século”.

Nos Estados Unidos, o Washington Post destacou que o número de manifestantes deste domingo superou o das Diretas Já, afirmando que os atos aumentam a pressão sobre “o combalido governo Dilma, enquanto ela sofre para se manter no poder menos de 18 meses após sua reeleição”. O jornal também aborda o fato de a condução coercitiva do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ter inflamado os movimentos e disse que ele foi “formidavelmente popular” durante seus mandatos.

O francês Le Monde destacou a fala da presidente Dilma, que disse na sexta-feira que não há motivos para renúncia e que ficaria orgulhosa de ter Lula como um de seus ministros. O jornal também abordou a condução coercitiva do ex-presidente, classificando-a como “humilhante”.

O jornal argentino Clarín observou que estas foram “as primeiras manifestações apoiadas por partidos da oposição de forma explícita”, enquanto o espanhol El País ressaltou as demandas dos manifestantes pela prisão de Lula e pelo fim da corrupção, dizendo que os movimentos foram as manifestações mais “massivas” da democracia brasileira.

O El país também comparou as manifestações deste domingo com os atos contra o aumento da tarifa de transporte em 2013, notando que, à época, os manifestantes exigiam melhorias na qualidade da educação e do transporte público, enquanto os últimos movimentos têm como foco a saída do PT do poder.

Já o portal da rede de TV árabe Al Jazira abordou o caráter pacífico dos atos deste domingo, além das tímidas manifestações em defesa do governo petista observadas nas regiões periféricas de São Paulo.

Com informações da Agência Estado.