Declarações de Bolsonaro não prejudicam imagem do Brasil, diz Ernesto

Ex-chanceler diz que interpretação equivocada de que o governo ameaça a democracia, os direitos humanos e destrói o meio ambiente atrapalham

atualizado

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ex-ministro ernesto araújo na CPI
1 de 1 ex-ministro ernesto araújo na CPI - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O ex-ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo negou, nesta terça-feira (18/5), que os atos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticando nações amigas prejudiquem a imagem do Brasil no exterior.

Segundo Araújo, o que prejudica o país é uma interpretação equivocada no Brasil de que o governo ameaça a democracia e os direitos humanos e de que existe uma política deliberada de destruição ambiental.

“O que se considera prejuízo à imagem do Brasil no exterior decorreu, basicamente, de interpretações de notícias completamente equivocadas oriundas daqui do Brasil, que buscavam criar imagem de ameaça à democracia; que há política de afrontamento aos direitos humanos; ou que há uma política deliberada de destruição ambiental, o que é falso”, declarou Araújo à CPI da Covid.

“Essas três dimensões principais, sempre com base em interpretações totalmente equivocadas da realidade brasileira, conduziram problemas de imagem no exterior e não declarações do presidente da República”, acrescentou.

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Para Ernesto Araújo, governo Bolsonaro virou "base do Centrão"
Ernesto Araújo na CPI da Covid
CPI da Covid
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Presidente da CPI da Covid, Omar Aziz
Ernesto Araújo e Omar Aziz na CPI da Covid
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Para Ernesto Araújo, governo Bolsonaro virou "base do Centrão"
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Para Ernesto Araújo, governo Bolsonaro virou "base do Centrão"

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CPI da Covid em sessão de depoimento
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Araújo é o sétimo depoente do colegiado. Antes dele, os senadores ouviram o gerente-geral da Pfizer para a América Latina, Carlos Murillo, o ex-secretário de Comunicação da Presidência Fabio Wajngarten, o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, além dos ex-ministros Luiz Henrique Mandetta e Nelson Teich e do atual chefe da Saúde, Marcelo Queiroga.

A comissão ouvirá, nesta quarta-feira (19/5), o ex-ministro Eduardo Pazuello, que teve a oitiva adiada no último dia 5, após ele ter alegado ter tido contato com dois servidores infectados pela Covid-19.

A CPI da Covid-19 tem o objetivo de investigar as ações e omissões do governo federal no enfrentamento à pandemia e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas com a ausência de oxigênio, além de apurar possíveis irregularidades em repasses federais a estados e municípios.

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