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Política

Críticas políticas inspiraram fantasias de foliões no Carnaval 2019

Governo federal foi o maior alvo dos carnavalescos neste ano. "Cheque laranja", Caso Queiroz e Previdência estão entre os temas explorados

04/03/2019 15:03, atualizado 04/03/2019 15:25
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Reprodução
Críticas políticas inspiraram fantasias de foliões no Carnaval 2019

Caso Queiroz, “kit gay”, laranjas do PSL e Previdência foram temas que afloraram a criatividade dos foliões no Carnaval 2019. Recheadas de críticas políticas, as fantasias colocaram em pauta a insatisfação dos brasileiros com o governo federal. As manifestações, em forma de sátira, aconteceram por todo o país.

No Rio de Janeiro, grande parte dos foliões do bloco Boi Tolo adotou a cor laranja em suas vestes – em referência ao suposto esquema de laranjas no partido do presidente Jair Bolsonaro, o PSL, para desviar recursos do fundo eleitoral.

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Críticas políticas inspiraram fantasias de foliões no Carnaval 2019 - destaque galeria
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Foliões carregam frases críticas ao governo federal
Participantes do Carnaval 2019 se fantasiaram de "cheque laranja" de R$ 2 mil em referência ao Caso Queiroz
Em Brasília, foliões do bloco Divinas Tetas também aderiram às críticas políticas ao governo Bolsonaro no Carnaval 2019
Em crítica a ministra Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos humanos, folião carregou frase dita pela pastora sobre vestimenta de meninos e meninas
Também teve crítica contra a nova reforma da Previdência
Fantasia toda laranja, em alusão ao suposto esquema de desvio de dinheiro em candidaturas do PSL
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Fantasia toda laranja, em alusão ao suposto esquema de desvio de dinheiro em candidaturas do PSL

Foliões carregam frases críticas ao governo federal
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Foliões carregam frases críticas ao governo federal

Participantes do Carnaval 2019 se fantasiaram de "cheque laranja" de R$ 2 mil em referência ao Caso Queiroz
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Participantes do Carnaval 2019 se fantasiaram de "cheque laranja" de R$ 2 mil em referência ao Caso Queiroz

Em Brasília, foliões do bloco Divinas Tetas também aderiram às críticas políticas ao governo Bolsonaro no Carnaval 2019
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Em Brasília, foliões do bloco Divinas Tetas também aderiram às críticas políticas ao governo Bolsonaro no Carnaval 2019

Hugo Barreto/Metrópoles
Em crítica a ministra Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos humanos, folião carregou frase dita pela pastora sobre vestimenta de meninos e meninas
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Em crítica a ministra Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos humanos, folião carregou frase dita pela pastora sobre vestimenta de meninos e meninas

Também teve crítica contra a nova reforma da Previdência
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Também teve crítica contra a nova reforma da Previdência

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Fala que ganhou os eleitores durante as eleições 2018 afloraram a criatividade dos carnavalescos
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Fala que ganhou os eleitores durante as eleições 2018 afloraram a criatividade dos carnavalescos

Os participantes também carregam cartazes com os dizeres “Cadê o Queiroz?”, em alusão ao ex-assessor parlamentar do então deputado estadual e atual senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), filho do presidente da República. Outros adotaram a fantasia de “cheque laranja” de R$ 2 mil, em uma alusão aos depósitos frequentes que o ex-assessor fazia e recebia de funcionários do gabinete de Flávio.

Na brincadeira, também teve folião vestido de rosa, criticando a fala da ministra da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, sobre o vestuário adequado para meninas e para meninos. Para ela, “meninos vestem azul e meninas vestem rosa”.

Em crítica a reforma da Previdência, apresentada pelo ministro da Economia do governo Bolsonaro, Paulo Guedes, teve gente que foi pra rua carregando cartaz com os dizeres: “Aposentados 2067” – ironia sobre o tempo estabelecido pela nova proposta para que o trabalhador tenha o direito de se apostar.

As eleições 2018 também foram alvo dos carnavalescos, que mantiveram frases ditas por eleitores contrários ao PT. “Pelo menos tiramos o PT”, foi a fala que marcou a disputa eleitoral no ano passado e permaneceu viva, como ironia, estampando cartazes dos que festejam o Carnaval deste ano.