Bolsonaro sobre congelamento de salário de servidor: “Remédio menos amargo”

O presidente se reuniu com ministros, governadores e presidentes da Câmara federal e do Senado para discutir crise causada pelo coronavírus

Jair Bolsonaro, sem máscara, e Rodrigo Maia, com máscaraMarcos Corrêa/PR

atualizado 21/05/2020 17:32

Em reunião com os governadores, o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), defendeu nesta quinta-feira (21/05) o congelamento de salário dos servidores. O chefe do Executivo quer cortar gastos em meio à pandemia de coronavírus.

O mandatário do país pediu apoio dos governantes para derrubar o veto que impede o congelamento do salário do funcionalismo público. A decisão foi tomada pelo Congresso Nacional.

“Temos que buscar maneiras de restringir alguma coisa até 31 de dezembro do ano que vem, para que nós possamos vencer esta crise”, pontuou o presidente.

Segundo o titular do Planalto, a alternativa mais viável seria mexer na remuneração dos servidores. “É bom para o servidor, porque o remédio é o menos amargo”, avaliou.

“Ao longo dessas duas semanas foi conversado como os servidores poderiam colaborar. Houve a proposta da redução de 25% dos salários. Nós chegamos à conclusão de que congelando a remuneração até o final do ano que vem esse peso seria menor, mas de extrema importância para todos nós”, declarou.

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