Bolsonaro diz que vazamento de dados por hackers é “clara intimidação”

Além do presidente, também foram alvo de ataques de hackers os ministros da Educação e da Mulher e o empresário Luciano Hang

atualizado

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Presidente Bolsonaro sugere isolamento vertical – saida da alvorada
1 de 1 Presidente Bolsonaro sugere isolamento vertical – saida da alvorada - Foto: Rafaela Felicciano/Metrópoles

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse na tarde desta terça-feira (02/06) que o vazamento de seus dados pessoais, feito de forma criminosa pelo grupo de hackers Anonymous Brasil, é uma “clara intimidação”. O mandatário do país pontuou que as “medidas legais estão em andamento”.

“Em clara medida de intimidação, o movimento hacktivista ‘Anonymous Brasil’ divulgou, em conta do Twitter, dados do Presidente da República e familiares. Medidas legais estão em andamento, para que tais crimes não passem impunes”, publicou o titular do Planalto em suas redes sociais.

O chefe do Executivo teve os dados pessoais, como CPF e endereços, vazados na noite dessa segunda-feira (01/06) pelo grupo Anonymous Brasil. Trata-se de coletivo de hackers que atacam sites e, eventualmente, divulgam criminosamente arquivos na internet.

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Bolsonaro participa de ato a favor do governo
Bolsonaro provoca aglomeração em eventos públicos que tem realizado pelo país
Presidente Jair Bolsonaro
Bolsonaro em cerimônia no Palácio do Planalto
Presidente cumprimenta apoiadores
O presidente Jair Bolsonaro e a equipe do governo
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Bolsonaro participa de ato a favor do governo
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Bolsonaro participa de ato a favor do governo

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Bolsonaro provoca aglomeração em eventos públicos que tem realizado pelo país
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Bolsonaro em cerimônia no Planalto
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Presidente deixa o Palácio da Alvorada
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Bolsonaro com máscara de proteção contra o novo coronavírus
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Bolsonaro durante coletiva no Palácio do Planalto
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Bolsonaro já encorajou a população a entrar nos hospitais e filmar os leitos de UTI
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Bolsonaro tira foto com apoiadores
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Também foram alvo da ação os ministros Abraham Weintraub (Educação) e Damares Alves (Mulher, da Família e Direitos Humanos), o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, e políticos aliados do presidente.

Os dados foram publicados no Pastebin, serviço on-line que permite a colagem de trechos de documentos e códigos para acesso compartilhado.

Pouco mais de uma hora depois, no entanto, as páginas já não estavam mais acessíveis na plataforma.

O Twitter logo agiu e suspendeu a conta derivada do grupo central brasileiro de hackers. Mas a organização prometeu que vai tentar disponibilizar novamente as informações.

Nesta terça (02/06), o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, determinou à Polícia Federal (PF) que investigue o vazamento de dados.

A informação foi confirmada no início da tarde pelo próprio titular da pasta, em rede social. “As investigações devem apurar crimes previstos no Código Penal, na Lei de Segurança Nacional e na Lei das Organizações Criminosas”, assinalou André Mendonça.

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