Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Política

Após mandar jornalista calar a boca, Bolsonaro se desculpa por "grosseria"

Questionado sobre os atos de violência ocorridos no protesto de domingo, o presidente disse, aos gritos: "Cala a boca, não perguntei nada!"

Repórter de Política05/05/2020 19:22, atualizado 05/05/2020 19:34
Compartilhar notícia

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) se desculpou na noite desta terça-feira (05/05) por ter mandado, mais cedo, jornalistas calarem a boca, aos ser questionado sobre agressões cometidas por apoiadores, no protesto ocorrido no último domingo (03/05).

“Eu quero me desculpar, de manhã fui grosseiro com uma senhora e um senhor aqui“, disse Bolsonaro, mudando rapidamente de assunto.

Nesta manhã, no Palácio da Alvorada, Bolsonaro negou que tenha havido violência em atos realizados nos últimos dias. Questionado sobre o assunto, o presidente disse, aos gritos: “Cala a boca. Cala a boca, não perguntei nada!”.

Na sexta-feira (01/05), durante um protesto de enfermeiros na Praça dos Três Poderes, um grupo de pessoas que se apresentou como apoiadoras de Bolsonaro, hostilizou os enfermeiros ali presentes. Os profissionais de saúde são a favor do isolamento social para conter o avanço do novo coronavírus.

Após mandar jornalista calar a boca, Bolsonaro se desculpa por “grosseria” - destaque galeria
10 imagens
O presidente desceu a rampa do Palácio do Planalto e acenou para apoiadores
Manifestantes pró-Bolsonaro se reúnem na Esplanada
Participantes não poupam críticas ao ex-ministro Sergio Moro
Ato em defesa de Bolsonaro reúne manifestantes na Esplanada
Manifestantes fazem ato pró-governo de Jair Bolsonaro
Bolsonaro aparece em ato pró-governo
1 de 10

Bolsonaro aparece em ato pró-governo

Hugo Barreto/Metrópoles
O presidente desceu a rampa do Palácio do Planalto e acenou para apoiadores
2 de 10

O presidente desceu a rampa do Palácio do Planalto e acenou para apoiadores

Hugo Barreto/Metrópoles
Manifestantes pró-Bolsonaro se reúnem na Esplanada
3 de 10

Manifestantes pró-Bolsonaro se reúnem na Esplanada

Hugo Barreto/Metrópoles
Participantes não poupam críticas ao ex-ministro Sergio Moro
4 de 10

Participantes não poupam críticas ao ex-ministro Sergio Moro

Hugo Barreto/Metrópoles
Ato em defesa de Bolsonaro reúne manifestantes na Esplanada
5 de 10

Ato em defesa de Bolsonaro reúne manifestantes na Esplanada

Hugo Barreto/Metrópoles
Manifestantes fazem ato pró-governo de Jair Bolsonaro
6 de 10

Manifestantes fazem ato pró-governo de Jair Bolsonaro

Hugo Barreto/Metrópoles
Manifestantes pedem "intervenção militar com Bolsonaro"
7 de 10

Manifestantes pedem "intervenção militar com Bolsonaro"

Hugo Barreto/Metrópoles
Carreata em apoio ao presidente Jair Bolsonaro
8 de 10

Carreata em apoio ao presidente Jair Bolsonaro

Hugo Barreto/Metrópoles
Carreata pró-Bolsonaro na Esplanada
9 de 10

Carreata pró-Bolsonaro na Esplanada

Hugo Barreto/Metrópoles
Manifestantes participam de ato em apoio a Bolsonaro
10 de 10

Manifestantes participam de ato em apoio a Bolsonaro

Hugo Barreto/Metrópoles

O presidente Bolsonaro não defende a medida e costuma pedir “a volta à normalidade” quando questionado sobre o assunto.

No último domingo, em ato que apoiadores pediam o fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF), além de uma intervenção militar, profissionais de imprensa foram agredidos verbalmente e fisicamente, com socos, chutes e empurrões.