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A empresários, Mantega diz que BC de Bolsonaro é melhor que o de Lula

Segundo ex-ministro da Fazenda, órgão financeiro tem “melhor desempenho” com Campos Neto do que com Henrique Meirelles, em 2008

atualizado

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Fabio Pozzebom/Agência Brasil
O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega
1 de 1 O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega - Foto: Fabio Pozzebom/Agência Brasil

Durante almoço com empresários nesta segunda-feira (18/4), o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega elogiou o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

O evento foi organizado pelo grupo Esfera Brasil. Durante sua fala, Mantega citou o “melhor desempenho” do BC no governo do presidente Jair Bolsonaro (PL). As informações são da colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo.

“O Banco Central de agora está tendo um desempenho melhor do que na nossa época”, afirmou.

“Roberto Campos é melhor do que o Meirelles”, prosseguiu, em referência a Henrique Meirelles, que presidia o BC no governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Socialismo X capitalismo

No evento desta segunda, o ex-ministro da Fazenda foi questionado se nas eleições de outubro, o país terá que escolher entre o socialismo e o capitalismo.

Guido Mantega disse que uma escolha não seria necessária e saiu em defesa de Lula. Ele lembrou que os governos petistas fizeram concessões e parcerias público-privadas.

Segundo ele, Lula tem dito que é necessário melhorar as condições de vida da população e que, se eleito, seu governo será de “centro”. Guido afirmou que o ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), que será vice de Lula, terá um papel fundamental.

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Lula e Alckmin disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 2006 em uma campanha marcada por ataques mútuos. Lula saiu vencedor com 48,61% dos votos
Após a derrota, Alckmin seguiu como oposição ferrenha a Lula
No entanto, mirando nas eleições de 2022, o ex-presidente mostrou interesse em ter Alckmin como vice
O ex-governador, inclusive, tem sinalizado favoravelmente ao petista
A aliança entre os políticos é estratégica. Ter Alckmin como vice pode atrair setores do mercado e do empresariado que resistem ao nome de Lula como candidato à Presidência da República
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Quinze anos depois de concorrerem como rivais nas eleições ao cargo de chefe do Executivo federal, o ex-presidente Lula (PT) e o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) ensaiam formar aliança inusitada para 2022

Ana Nascimento/ Agência Brasil
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Lula e Alckmin disputaram o segundo turno das eleições presidenciais de 2006 em uma campanha marcada por ataques mútuos. Lula saiu vencedor com 48,61% dos votos

Band/Reprodução
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Após a derrota, Alckmin seguiu como oposição ferrenha a Lula

Filipe Cardoso/ Metrópoles
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No entanto, mirando nas eleições de 2022, o ex-presidente mostrou interesse em ter Alckmin como vice

Rafaela Felicciano/Metrópoles
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O ex-governador, inclusive, tem sinalizado favoravelmente ao petista

Michael Melo/Metrópoles
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A aliança entre os políticos é estratégica. Ter Alckmin como vice pode atrair setores do mercado e do empresariado que resistem ao nome de Lula como candidato à Presidência da República

Michael Melo/Metrópoles
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O tucano pode, também, agregar mais votos de São Paulo, o maior colégio eleitoral do país

Igo Estrela/Metrópoles
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De acordo com pesquisa realizada em setembro de 2021 pelo Datafolha, Alckmin estava na liderança para o governo paulista

Igo Estrela/Metrópoles
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A aliança entre os políticos foi oficializada em abril de 2022. A "demora" envolveu, além das questões legais da política eleitoral, acordo sobre a qual partido o ex-governador se filiaria

Ana Nascimento/ Agência Brasil
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Ao ser vice de Lula, Alckmin almeja ganhar ainda mais projeção política, o que o beneficiará durante possível corrida presidencial em 2026

Rafaela Felicciano/Metrópoles
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Pouco antes do Natal, Lula e Alckmin tiveram o primeiro encontro

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Em 18 de março de 2022, Alckmin anunciou a filiação ao PSB, depois de 33 anos no PSDB

Divulgação/ Ricardo Stuckert
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Carlos Siqueira, Geraldo Alckmin, Lula e Gleisi Hoffmann

Fábio Vieira/Metrópoles

Alckmin e Lula se enfrentaram no segundo turno da eleição presidencial de 2006, quando o petista foi reeleito.

Um dos fundadores do PSDB, o ex-governador esteve, durante 33 anos, na legenda, mas deixou a sigla após a vitória de João Doria nas prévias para a escolha do político tucano que deverá disputar a Presidência da República. Dentro do partido, o grupo de Alckmin rivalizava com o do ex-governador de São Paulo.

No fim de março, Alckmin optou por se filiar ao PSB, partido que estará na coligação de Lula, e já apontava sua disposição em compor a chapa, ao afirmar que o petista é “aquele que melhor reflete o sentimento de esperança do povo brasileiro”.

 

 

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